Conselho Econômico e Social da ONU debate sobre acesso equitativo à vacina contra Covid-19

O Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc) realizará uma reunião de alto nível nesta sexta-feira para debater como conseguir vacinas para todos. O foco será como alcançar o acesso equitativo das populações de todo o mundo à vacina contra a Covid-19

(Foto: Pfizer/Divulgação/Reuters)
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247 - A ONU será palco nesta sexta-feira (16), de um debate organizado por seu Conselho Econômico e Social (Ecosoc) sobre como alcançar o maior acesso possível às vacinas contra a covid-19. 

Em repetidas ocasiões, desde o início da pandemia, as máximas autoridades da organização multilateral destacaram a necessidade de considerar essas vacinas como um bem público global, informa a Prensa Latina.

Por isso, o evento do Ecosoc vai discutir formas de fechar a lacuna de financiamento e maximizar o fornecimento, acessibilidade e distribuição de doses em todo o mundo, de acordo com seus organizadores.

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Da mesma forma, tratará do tipo de medidas a serem tomadas para fortalecer as capacidades, infra-estrutura e preparação dos países para a distribuição de vacinas e preparação contra outras crises sanitárias.

Na véspera, o diretor da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonjo-Iweala, pediu aos Estados e às empresas farmacêuticas uma série de medidas para aumentar a produção de vacinas e distribuí-las de forma mais equitativa.

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Além disso, o diplomata nigeriano, que assumiu a liderança da OMC em março passado, convocou produtores, governos e organismos internacionais para uma reunião a portas fechadas para melhorar a distribuição, já que apenas 0,2% dos 800 milhões de doses distribuídas chegaram aos países pobres.

Ele também defendeu a redução das restrições às exportações e o avanço nas negociações sobre a proposta da Índia e da África do Sul com o objetivo de suspender temporariamente as patentes que protegem as vacinas.

Okonjo-Iweala exortou os fabricantes dessas doses a aumentar a transferência de tecnologia para que haja mais capacidade de produção, e pediu mais transparência nos contratos e preços.

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