Convite da Coreia do Norte para cúpula em Pyongyang cria dilema para Seul e aliados

O convite que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, fez ao presidente sul-coreano, Moon Jae-in, para uma reunião em Pyongyang deixou Seul em um dilema: aceitar e arriscar aumentar as diferenças com os Estados Unidos sobre como controlar o programa nuclear da Coreia do Norte ou recusar e arriscar a oportunidade de melhorar as relações transfronteiriças; Moon evitou qualquer compromisso imediato em resposta à oferta do Norte, dizendo a Kim que esperava "criar o ambiente" para que tal cúpula ocorra

O convite que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, fez ao presidente sul-coreano, Moon Jae-in, para uma reunião em Pyongyang deixou Seul em um dilema: aceitar e arriscar aumentar as diferenças com os Estados Unidos sobre como controlar o programa nuclear da Coreia do Norte ou recusar e arriscar a oportunidade de melhorar as relações transfronteiriças; Moon evitou qualquer compromisso imediato em resposta à oferta do Norte, dizendo a Kim que esperava "criar o ambiente" para que tal cúpula ocorra
O convite que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, fez ao presidente sul-coreano, Moon Jae-in, para uma reunião em Pyongyang deixou Seul em um dilema: aceitar e arriscar aumentar as diferenças com os Estados Unidos sobre como controlar o programa nuclear da Coreia do Norte ou recusar e arriscar a oportunidade de melhorar as relações transfronteiriças; Moon evitou qualquer compromisso imediato em resposta à oferta do Norte, dizendo a Kim que esperava "criar o ambiente" para que tal cúpula ocorra (Foto: Aquiles Lins)

247 - O convite que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, fez ao presidente sul-coreano, Moon Jae-in, para uma reunião em Pyongyang deixou Seul em um dilema: aceitar e arriscar aumentar as diferenças com os Estados Unidos sobre como controlar o programa nuclear da Coreia do Norte ou recusar e arriscar a oportunidade de melhorar as relações transfronteiriças.

O convite foi feito durante uma reunião de três horas na Casa Azul, em Seul, neste sábado, 10, onde as duas delegações se reuniram em um almoço, por ocasião dos Jogos Olímpicos de Inverno.

Na noite anterior, Kim Yo-jong, enviada especial do Norte e irmã de Kim Jong-un, e Moon apertaram a mão diante de uma audiência global, quando atletas das duas Coreias entraram na Cerimônia de Abertura de Pyeongchang juntos, sob uma bandeira unificada.

Moon evitou qualquer compromisso imediato em resposta à oferta do Norte, dizendo a Kim que esperava "criar o ambiente" para que tal cúpula ocorra, de acordo com um porta-voz presidencial. O presidente sul-coreano instou os representantes do Norte a "buscarem ativamente" negociações com os EUA, descrevendo-as como necessárias para uma melhoria nas relações inter-coreanas.

As informações são do jornal Estado de S. Paulo

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