Coreia do Norte vive 'ponto de inflexão histórico', diz imprensa estatal

A Coreia do Norte enfrenta um "ponto de inflexão histórico", afirma a imprensa estatal nesta segunda-feira (18), a poucos dias do segundo encontro entre Donald Trump e Kim Jong Un; a reunião entre os dois líderes, a segunda após o encontro de cúpula de Singapura em junho do ano passado, está programada para o Vietnã, em 27 e 28 de fevereiro

Coreia do Norte vive 'ponto de inflexão histórico', diz imprensa estatal
Coreia do Norte vive 'ponto de inflexão histórico', diz imprensa estatal (Foto: KCNA)

247, com AFP - A Coreia do Norte enfrenta um "ponto de inflexão histórico", afirma a imprensa estatal nesta segunda-feira (18), a poucos dias do segundo encontro entre Donald Trump e Kim Jong Un.

A reunião entre os dois líderes, a segunda após o encontro de cúpula de Singapura em junho do ano passado, está programada para o Vietnã, em 27 e 28 de fevereiro.

As atenções estão voltadas para a possibilidade de o governo dos Estados Unidos oferecer a suspensão de algumas sanções econômicas contra a Coreia do Norte, em troca de Pyongyang adotar medidas concretas rumo à desnuclearização.

"É hora de amarrar os cadarços e correr rápido, em busca de um objetivo maior ao enfrentar este momento decisivo", afirma o jornal Rodong Sinmun em um editorial.

"Nosso país enfrenta um importante ponto de inflexão histórico", completa a publicação, sem uma referência direta à reunião.

No início do mês, o presidente norte-americano tuitou que a Coreia do Norte se transformará em uma "grande potência econômica" sob o comando de Kim.

"Pode ser que surpreenda alguns, mas não me surpreenderá porque o conheço e entendo completamente como é capaz", afirmou Trump.

O editorial do Rodong Sinmun pede aos norte-coreanos mais esforços para estimular a economia do país.

A Coreia do Norte está surgindo como uma "nação socialista forte" e o verdadeiro ato de patriotismo começa no local de trabalho, completa o jornal.

A Coreia do Norte, que possui a maior parte dos recursos minerais da Península Coreana, já foi mais rica que o vizinho do Sul, mas o desaparecimento da União Soviética, deixou o país em dificuldades econômicas.

Em 2017, o Conselho de Segurança da ONU proibiu as principais exportações da Coreia do Norte - carvão e outros recursos minerais, produtos pesqueiros e têxteis - para cortar o acesso do país a divisas, em resposta ao programa de armas nucleares e mísseis balísticos de Pyongyang.

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