Cuba condena silêncio dos EUA no ataque terrorista à sua embaixada

Em uma coletiva de imprensa virtual, transmitida ao vivo a partir da sede do Ministério das Relações Exteriores de Cuba, o chanceler Bruno Rodríguez explicou como o autor do ataque, Alexander Alazo, cometeu o ataque a centenas de metros da Casa Branca, sede do Executivo dos EUA

Chanceler cubano Bruno Rodríguez
Chanceler cubano Bruno Rodríguez (Foto: Prensa Latina)
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247 - O chanceler de Cuba Bruno Rodríguez ressaltou em coletiva de imprensa nesta terça-feira (12)  que o autor do ataque à embaixada cubana nos EUA confessou às autoridades daquele país que, com os 32 projéteis disparados, pretendia vencer o que estava à frente, o que estava em sua linha de fogo, em um momento em que 10 funcionários cubanos estavam na sede da embaixada.

O ministro das Relações Exteriores cubano reconheceu a ação profissional e imediata da polícia e do Serviço Secreto dos Estados Unidos, enquanto criticava o Departamento de Estado, que levou cinco dias para se comunicar com as autoridades cubanas e emitir uma declaração sobre os fatos.

Rodríguez denunciou o “silêncio cúmplice” com esta ação terrorista do governo dos Estados Unidos, que até agora não fez uma declaração pública rechaçando o atentado. Ele ressaltou que o ataque não pode ser visto à parte da política hostil de Washington contra a ilha, política que incita o ódio e a violência contra Cuba.

O ministro cubano analisou o plano de ataque de Alazo, que preparou o ataque com duas semanas de antecedência e se movimentou em mais de uma ocasião na área externa da sede diplomática cubana. 

Rodríguez ressaltou que o autor do atentado visitou várias agências do governo dos Estados Unidos, onde fez denúncias delirantes de que agentes cubanos pretendiam assassiná-lo.

Cabe à Casa Branca esclarecer qual decisão foi tomada sobre essas queixas de Alazo. E alertou que a negligência desse governo é notada, ao não agir em resposta a declarações dessa natureza.

Informações da Prensa Latina 

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