Dinamarca aprova confisco de bens de refugiados

Por 81 votos a favor e 27 contra, o parlamento dinamarquês aprovou nesta terça-feira, 26, projeto de lei que permite confiscar dinheiro e objetos de valor dos refugiados para custear sua estadia e limitar o reagrupamento familiar; em uma primeira versão, ficava estabelecido que os migrantes poderiam conservar o equivalente a 3 mil coroas dinamarquesas (R$ 1.780); depois de protestos, sobretudo no exterior, o montante subiu para 10 mil coroas (R$ 5.930)

Por 81 votos a favor e 27 contra, o parlamento dinamarquês aprovou nesta terça-feira, 26, projeto de lei que permite confiscar dinheiro e objetos de valor dos refugiados para custear sua estadia e limitar o reagrupamento familiar; em uma primeira versão, ficava estabelecido que os migrantes poderiam conservar o equivalente a 3 mil coroas dinamarquesas (R$ 1.780); depois de protestos, sobretudo no exterior, o montante subiu para 10 mil coroas (R$ 5.930)
Por 81 votos a favor e 27 contra, o parlamento dinamarquês aprovou nesta terça-feira, 26, projeto de lei que permite confiscar dinheiro e objetos de valor dos refugiados para custear sua estadia e limitar o reagrupamento familiar; em uma primeira versão, ficava estabelecido que os migrantes poderiam conservar o equivalente a 3 mil coroas dinamarquesas (R$ 1.780); depois de protestos, sobretudo no exterior, o montante subiu para 10 mil coroas (R$ 5.930) (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Parlamentares da Dinamarca aprovaram nesta terça-feira, 26, um projeto de lei que permite confiscar dinheiro e objetos de valor dos refugiados para custear sua estadia e limitar o reagrupamento familiar.

O texto, que contou com o apoio dos liberais do Venstre, o partido do primeiro-ministro Lars Løkke Rasmussen, foi aprovado por 81 votos a favor e 27 contra. 

Em uma primeira versão, ficava estabelecido que os migrantes poderiam conservar o equivalente a 3 mil coroas dinamarquesas (R$ 1.780). Depois de protestos, sobretudo no exterior, o montante subiu para 10 mil coroas (R$ 5.930).

Há duas semanas, Juel Frandsen, porta-voz do Conselho de Refugiados dinamarqueses (DFH), destacou que "a medida é principalmente simbólica". "Do que sabemos, são poucos os que transportam bens de valor", afirmou.

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