Diplomata venezuelano denuncia que EUA armam 'exército' invasor a partir da Colômbia

Os EUA estão armando desertores venezuelanos para formar o chamado "exército de libertação", e assim invadir o país bolivariano, afirmou a repórteres o embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada; "Do território colombiano [...] eles estão armando o chamado exército de libertação venezuelano para penetrar no território venezuelano com supostos desertores", disse Moncada na quinta-feira (28)

Diplomata venezuelano denuncia que EUA armam 'exército' invasor a partir da Colômbia
Diplomata venezuelano denuncia que EUA armam 'exército' invasor a partir da Colômbia

247, com Sputnik - Os EUA estão armando desertores venezuelanos para formar o chamado "exército de libertação", e assim invadir o país bolivariano, afirmou a repórteres o embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada.

"Do território colombiano [...] eles estão armando o chamado exército de libertação venezuelano para penetrar no território venezuelano com supostos desertores", disse Moncada na quinta-feira (28).

Além disso, o embaixador acrescentou que Washington está exagerando ao alegar que há milhares de desertores venezuelanos, apenas pelo fato de que eles estão fabricando seu próprio exército, semelhante aos grupos insurgentes de oposição "Contras", apoiados pelos EUA, que lutaram contra o governo sandinista após a revolução da Nicarágua na década 80.

Para Moncada, todos esses esforços fazem parte dos planos norte-americanos para uma operação clandestina contra Caracas.

Já em relação à posição de Trump quando este disse que "todas as opções estão sobre a mesa", isto é visto como uma ameaça de uso de força militar para derrubar o governo do presidente reeleito Nicolás Maduro, segundo o enviado.

Há pouco, o Conselho de Segurança da ONU realizou uma votação sobre propostas de resolução do conflito venezuelano, apresentadas pelos EUA e pela Rússia, mas nenhuma das propostas foi aprovada.

A tensão e a crise se acentuaram na Venezuela após a autoproclamação de Juan Guaidó como presidente interino, no dia 23 de janeiro. Tal ação foi qualificada por Maduro como tentativa de golpe de Estado orquestrada por Washington.

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