Diretor da CIA acusa Rússia de usar 'política de terra queimada' na Síria

O Diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, John Brennan, afirmou que a Rússia usa na Síria "a política de terra queimada"; a tática atribuída à Rússia pressupõe a aniquilação de tudo que possa ser vantajoso para o inimigo: infraestruturas, vias de comunicação, transportes ou instalações industriais; "O que os russos fizeram na Síria em termos de algumas das políticas de terra queimada que provocaram grande devastação e milhares e milhares de mortes inocentes. Não é algo que os Estados Unidos fariam em um destes conflitos militares", disse Brennan

O Diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, John Brennan, afirmou que a Rússia usa na Síria "a política de terra queimada"; a tática atribuída à Rússia pressupõe a aniquilação de tudo que possa ser vantajoso para o inimigo: infraestruturas, vias de comunicação, transportes ou instalações industriais; "O que os russos fizeram na Síria em termos de algumas das políticas de terra queimada que provocaram grande devastação e milhares e milhares de mortes inocentes. Não é algo que os Estados Unidos fariam em um destes conflitos militares", disse Brennan
O Diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, John Brennan, afirmou que a Rússia usa na Síria "a política de terra queimada"; a tática atribuída à Rússia pressupõe a aniquilação de tudo que possa ser vantajoso para o inimigo: infraestruturas, vias de comunicação, transportes ou instalações industriais; "O que os russos fizeram na Síria em termos de algumas das políticas de terra queimada que provocaram grande devastação e milhares e milhares de mortes inocentes. Não é algo que os Estados Unidos fariam em um destes conflitos militares", disse Brennan (Foto: Romulo Faro)

Sputnik - O Diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, John Brennan, afirmou que a Rússia usa na Síria "a política de terra queimada".

A tática atribuída à Rússia pressupõe a aniquilação de tudo que possa ser vantajoso para o inimigo: infraestruturas, vias de comunicação, transportes ou instalações industriais. "O que os russos fizeram na Síria em termos de algumas das políticas de terra queimada que provocaram grande devastação e milhares e milhares de mortes inocentes", disse Brennan à rede de televisão norte-americana PBS na terça-feira (3), "não é algo que os Estados Unidos fariam em um destes conflitos militares".

John Brennan destacou que a inteligência dos EUA previa a interferência russa no conflito sírio, já que a Rússia é um antigo aliado da Síria e não ia abandoná-la. Segundo ele, durante as negociações, Washington tentou persuadir o Kremlin que o presidente sírio Bashar Assad é "parte do problema e não da solução".

"Infelizmente, a Rússia considera toda a oposição como terroristas. É por isso que eles tomaram as ações militares tão ousadas e, a meu ver, irrefletidas, eliminando tantos sírios", adicionou Brennan. Washington tem acusado a Rússia de bombardear instalações civis na Síria sem apresentar quaisquer provas. A Rússia nega as acusações. Em particular, o ministro das Relações Exteriores russo Sergei Lavrov disse estar pronto a investigar as acusações, mas não lhes foram dadas nenhumas evidências. Desde 30 de dezembro, a Síria vive uma trégua garantida pela Rússia e Turquia.

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