Forças Armadas dizem que só reconhecem Maduro como presidente

O chefe do Comando Estratégico Operacional da Força Armada Nacional Bolivariana, Remigio Ceballlos, reafirmou nesta quinta-feira (14) o reconhecimento ao presidente d República, Nicolás Maduro, como a autoridade constitucional da nação e o único comandante em chefe das Forças Armadas

Forças Armadas dizem que só reconhecem Maduro como presidente
Forças Armadas dizem que só reconhecem Maduro como presidente

247, com AVN - O chefe do Comando Estratégico Operacional da Força Armada Nacional Bolivariana, Remigio Ceballlos, reafirmou nesta quinta-feira (14) o reconhecimento ao presidente d República, Nicolás Maduro, como a autoridade constitucional da nação e o único comandante em chefe das Forças Armadas.

"Como Força Armada Nacional Bolivariana (Fanb), nós reconhecemos Nicolás Maduro como único chefe de Estado, chefe de Governo, presidente da República Bolivariana da Venezuela e comandante em chefe da Fanb", afirmou Ceballos durante sua participação no Foro Congresso de Angostura, que se realiza em Ciudad Bolívar, estado de Bolívar. O discurso de Ceballos foi transmitido pela Rede Venezuelana de Televisão.

O comandante militar rechaçou o sistemático assédio; de setores hegemônicos externos sobre a Venezuela e as pressões diplomáticas, "descumprindo, inclusive, o Direito Internacional Público, a Carta das Nações Unidas, onde se rejeita a ingerência, a imposição pela força que busca demolir o estado de bem-estar através de ataques à economia nacional", ressaltou.

O comandante estratégico da Fanb assinalou que apesar deste cenário, da pretensão da direita de desrespeitar a Constituição, sempre se imporá a paz, a solidariedade, o encontro, "porque todos nós, por nossa idiossincrasia como venezuelanos, sempre somos amantes da paz e isso é o principal que tentaram destruir durante tantos, como ocorreu durante a guerra de independência", disse.

"A guerra atual se desenvolve em um campo de batalha virtual, onde não há limites fronteiriços e através dos meios de comunicação surge uma estratégia desde os Estados Unidos para reeditar o processo neocolonial, querem nos colonizar de novo", advertiu.

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