Indicada por Trump para Suprema Corte, Amy Barrett diz que permissão do aborto nos EUA pode ser revertida

A juíza conservadora Amy Coney Barrett, indicada por Donald Trump para assumir vaga na Suprema Corte, disse a senadores que decisão que permite o aborto nos Estados Unidos pode ser revertida

Juíza Amy Coney Barrett em audiência no Senado dos EUA 13/10/2020
Juíza Amy Coney Barrett em audiência no Senado dos EUA 13/10/2020 (Foto: Kevin Dietsch/Pool via REUTERS)
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247 - A juíza conservadora Amy Coney Barrett, indicada por Donald Trump para assumir vaga na Suprema Corte, disse a senadores nesta terça-feira, 13, que decisão que permite o aborto nos Estados Unidos pode ser revertida. Entretanto, a juíza declarou que essa revisão não necessariamente ocorrerá.

A magistrada disse não considerar a decisão que permitiu a interrupção da gravidez na década de 1970 um “super-precedente” irreversível na Suprema Corte. Na época, o caso Roe vs. Wade discutia a legalização do aborto diante de uma mulher que engravidou após ser violada.

Barrett disse que analisaria a questão de acordo com "os vários fatores geralmente aplicados para reverter um precedente". "Eu prometo fazer assim com qualquer tema que aparecer — aborto ou qualquer outro. Vou seguir a lei", disse.

Nesta terça-feira, 13, a juíza passa pelo segundo dia de discussões no Senado, que avalia se ela pode ocupar a vaga na Corte de Ruth Bader Ginsburg, morta no mês passado. O cargo é vitalício e os democratas já acenaram para uma aprovação da indicação de Donald Trump.

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