Inteligência americana admite vitória de Assad na Síria

Em relatório entregue nessa segunda-feira, 12, ao Senado dos Estados Unidos, líderes da comunidade de inteligência dos EUA avaliaram que depois de sete anos de guerra civil, a oposição síria não tem mais capacidade para derrotar Bashar Assad, que também deverá ter sucesso na ofensiva militar contra o Estado Islâmico; "O conflito mudou de maneira decisiva em favor do regime sírio", diz o documento

Em relatório entregue nessa segunda-feira, 12, ao Senado dos Estados Unidos, líderes da comunidade de inteligência dos EUA avaliaram que depois de sete anos de guerra civil, a oposição síria não tem mais capacidade para derrotar Bashar Assad, que também deverá ter sucesso na ofensiva militar contra o Estado Islâmico; "O conflito mudou de maneira decisiva em favor do regime sírio", diz o documento
Em relatório entregue nessa segunda-feira, 12, ao Senado dos Estados Unidos, líderes da comunidade de inteligência dos EUA avaliaram que depois de sete anos de guerra civil, a oposição síria não tem mais capacidade para derrotar Bashar Assad, que também deverá ter sucesso na ofensiva militar contra o Estado Islâmico; "O conflito mudou de maneira decisiva em favor do regime sírio", diz o documento (Foto: Aquiles Lins)

247 - Em relatório entregue nessa segunda-feira, 12, ao Senado dos Estados Unidos, líderes da comunidade de inteligência dos EUA avaliaram que depois de sete anos de guerra civil, a oposição síria não tem mais capacidade para derrotar Bashar Assad, que também deverá ter sucesso na ofensiva militar contra o Estado Islâmico.

"O conflito mudou de maneira decisiva em favor do regime sírio", afirmou o texto.

O diretor Nacional de Inteligência dos EUA, Dan Coats, disse na apresentação do relatório ao Comitê de Inteligência do Senado que o risco de conflitos entre nações, incluindo grandes potências, está no patamar mais elevado desde o fim da Guerra Fria. O documento entregue aos parlamentares identifica como ameaças mais imediatas a Coreia do Norte e a rivalidade entre Arábia Saudita e Irã.

Outro fator que eleva a tensão entre nações, aos olhos da inteligência americana, é a emergência do populismo e de sentimentos nacionalistas nos países desenvolvidos. O texto não faz referência ao presidente Donald Trump, mas ele é a face desse fenômeno nos EUA.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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