Israel assassinou 167 palestinos na faixa de Gaza desde 30 de março

O exército israelense assassinou 167 palestinos e feriu mais de 18 mil desde o início da Grande Marcha do Retorno, em 30 de março último, informou neste sábado (11) o Ministério da Saúde da Palestina

Israel assassinou 167 palestinos na faixa de Gaza desde 30 de março
Israel assassinou 167 palestinos na faixa de Gaza desde 30 de março (Foto: IBRAHEEM ABU MUSTAFA)

247, com Prensa Latina - O exército israelense assassinou 167 palestinos e feriu mais de 18 mil desde o início da Grande Marcha do Retorno, em 30 de março último, informou neste sábado (11) o Ministério da Saúde da Palestina.

As estatísticas foram atualizadas depois que três civis foram abatidos a tiros na véspera pelas forças israelenses, durante as manifestações na fronteira da Faixa de Gaza com o Estado sionista.

Entre as vítimas fatais há um médico, com o que o número total de profissionais da saúde assassinados por Israel chega a três, disse o Ministério.

A instituição palestina assinalou igualmente que entre os feridos, muitos dos quais por inalação de gás lacrimogeneo, 370 são médicos; o informe destaca ainda que 70 ambulâncias foram danificadas.

O Ministério da Saúde palestino detalhou que a julgar pelos graves ferimentos infligidos às pessoas, o exército israelense disparou na sexta-feira (10) com a intenção de matar.

Entre os 307 feridos desta sexta-feira, 28 eram crianças, cinco eram médicos e dois jornalistas. Cinco desses feridos seguem em estado crítico.

As manifestações, que se realizam toda sexta-feira desde o dia 30 de março deste ano exigem que se ponha fim ao bloqueio marítimo e terrestre do Estado sionista israelense contra a Faixa de Gaza, que já dura quase 12 anos.

Os organizadores da Marcha do Retorno também exigem o direito de regressar às terras palestinas ocupadas por Israel depois da Guerra dos Seis Dias, em 1967.

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247.Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247