Israel rejeita resolução da Unesco sobre Palestina ocupada

Porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Emanuel Nahson, afirmou, em comunicado, que o país “rejeita totalmente a decisão tomada sobre ‘a Palestina ocupada’” e assegurou que essa resolução “pretende transformar o conflito palestino-israelense em um confronto religioso”; afirmou ainda que o Conselho Executivo da Unesco juntou-se aos que querem por fogo nos lugares mais sensíveis da humanidade, referindo-se à Esplanada das Mesquitas, que abriga a Mesquita Al Aqsa, o terceiro lugar sagrado para o Islã e o primeiro para o judaísmo

Porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Emanuel Nahson, afirmou, em comunicado, que o país “rejeita totalmente a decisão tomada sobre ‘a Palestina ocupada’” e assegurou que essa resolução “pretende transformar o conflito palestino-israelense em um confronto religioso”; afirmou ainda que o Conselho Executivo da Unesco juntou-se aos que querem por fogo nos lugares mais sensíveis da humanidade, referindo-se à Esplanada das Mesquitas, que abriga a Mesquita Al Aqsa, o terceiro lugar sagrado para o Islã e o primeiro para o judaísmo
Porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Emanuel Nahson, afirmou, em comunicado, que o país “rejeita totalmente a decisão tomada sobre ‘a Palestina ocupada’” e assegurou que essa resolução “pretende transformar o conflito palestino-israelense em um confronto religioso”; afirmou ainda que o Conselho Executivo da Unesco juntou-se aos que querem por fogo nos lugares mais sensíveis da humanidade, referindo-se à Esplanada das Mesquitas, que abriga a Mesquita Al Aqsa, o terceiro lugar sagrado para o Islã e o primeiro para o judaísmo (Foto: Roberta Namour)
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Da Agência Lusa

Israel rejeitou a resolução aprovada nessa quarta-feira (21) pelo Conselho Executivo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre a Palestina, que critica a política israelense em Jerusalém.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Emanuel Nahson, afirmou, em comunicado, que o país “rejeita totalmente a decisão tomada sobre ‘a Palestina ocupada’” e assegurou que essa resolução “pretende transformar o conflito palestino-israelense em um confronto religioso”.

Nahson afirmou ainda que o Conselho Executivo da Unesco juntou-se aos que querem por fogo nos lugares mais sensíveis da humanidade, referindo-se à Esplanada das Mesquitas, que abriga a Mesquita Al Aqsa, o terceiro lugar sagrado para o Islã e o primeiro para o judaísmo.

A emblemática Cúpula da Rocha fica no rochedo onde o profeta Maomé teria subido aos céus no seu jumento alado, Al Buraq. Muito próxima está a Mesquita Al Aqsa, que frequentemente dá nome à esplanada.

Foi nesse local que o rei Salomão construiu o seu templo, do qual não resta qualquer vestígio. As enormes pedras do Muro das Lamentações são o último vestígio do segundo templo construído vários séculos depois pelo rei Herodes e destruído no ano 70 d.C. pelos romanos.

A resolução, apresentada pela Argélia, o Egito, Kuwait, Marrocos, a Tunísia e os Emirados Árabes Unidos, condena as ações de Israel na região, incluindo a restrição do acesso dos muçulmanos ao local durante as celebrações do Eid (celebração muçulmana que marca o fim do jejum do Ramadã), no mês passado, justificada por motivos de segurança.

A resolução foi apoiada por 26 dos 58 países do Conselho Executivo da Unesco, enquanto 25 membros se abstiveram.

Seis países manifestaram-se contra: os Estados Unidos, o Reino Unido, a Alemanha, Holanda, República Tcheca e Estônia, sendo que um membro estava ausente.

Nahson afirmou que a decisão tomada pelo conselho do organismo internacional vem “inflamar a região” e que os autores da proposta usaram “irresponsavelmente a retórica e distorceram a história”.

Na sua opinião, a resolução representa um passo para “as intenções palestinas de reescrever a história e distorcer o Patrimônio da Humanidade nessa parte do mundo”. Ele insistiu que “os laços profundos entre os judeus e os seus lugares sagrados em Jerusalém são inegáveis e nenhuma decisão da Unesco pode mudar isso”.

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