Juiz manda soltar homem que tentou matar Reagan

Um juiz federal dos Estados Unidos determinou nesta quarta-feira 27 que John Hinckley Jr, o homem que, em 1981, tentou assassinar o então presidente norte-americano Ronald Reagan, será libertado da prisão após 35 anos do crime; "Não é mais perigoso nem para si mesmo, nem para os outros", disse o magistrado em sua sentença sobre o homem que hoje tem 61 anos

Um juiz federal dos Estados Unidos determinou nesta quarta-feira 27 que John Hinckley Jr, o homem que, em 1981, tentou assassinar o então presidente norte-americano Ronald Reagan, será libertado da prisão após 35 anos do crime; "Não é mais perigoso nem para si mesmo, nem para os outros", disse o magistrado em sua sentença sobre o homem que hoje tem 61 anos
Um juiz federal dos Estados Unidos determinou nesta quarta-feira 27 que John Hinckley Jr, o homem que, em 1981, tentou assassinar o então presidente norte-americano Ronald Reagan, será libertado da prisão após 35 anos do crime; "Não é mais perigoso nem para si mesmo, nem para os outros", disse o magistrado em sua sentença sobre o homem que hoje tem 61 anos (Foto: Gisele Federicce)
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Da Agência Ansa

Um juiz federal dos Estados Unidos determinou hoje (27) que John Hinckley Jr, o homem que, em 1981, tentou assassinar o então presidente norte-americano Ronald Reagan, será libertado da prisão após 35 anos do crime. "Não é mais perigoso nem para si mesmo, nem para os outros", disse o magistrado em sua sentença sobre o homem que hoje tem 61 anos.

De acordo com a determinação judicial, Hinckley poderá ser libertado a partir de 5 de agosto e deverá morar com sua mãe, no estado da Virginia. Ele ficará sob monitoramento por determinado período.

A tentativa de homicídio ocorreu próximo a um hotel em Washington, capital dos Estados Unidos, no dia 30 de março de 1981. Além de Reagan, atingido nos pulmões, o atirador acertou disparos no assessor de imprensa da Casa Branca, James Brady, no agente do serviço secreto, Tim McCarthy, e no policial Thomas Delahanty.

Filme

Todos sobreviveram, mas Brady ficou paraplégico por causa de um tiro na cabeça. Enquanto viveu, até 2014, o assessor da Casa Branca lutou por mais restrições ao acesso às armas de fogo nos EUA.

Segundo relatos da época, Hinckley cometeu o crime para impressionar a atriz Jodie Foster. Isso porque, após assistir por diversas vezes o filme Taxi Driver, o atirador ficou apaixonado pela menina e quis que ela soubesse de sua existência.

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