Londres não encontra motivos para fechar Sputinik

A editora-chefe do canal RT e da agência Sputnik, Margarita Simonyan, comentou o relatório do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Comuns sobre o funcionamento da mídia no território da Grã-Bretanha; segundo ela, os parlamentares "não conseguiram inventar nada por meio do qual fosse possível fechar-nos"

editora sputinik
editora sputinik (Foto: Leonardo Attuch)

Da Agência Sputinik

A editora-chefe do canal RT e da agência Sputnik, Margarita Simonyan, comentou o relatório do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Comuns sobre o funcionamento da mídia no território da Grã-Bretanha.

Segundo ela, os parlamentares "não conseguiram inventar nada por meio do qual fosse possível fechar-nos".

Anteriormente, o Comitê publicou o relatório intitulado "As relações do Reino Unido com a Rússia". Em particular, o documento exprime preocupação com "o aumento das notícias falsificadas" na Grã-Bretanha, tendo o RT e a Sputnik sido acusados de falsificações. Entretanto, o relatório não contém nenhum exemplo de tais matérias.

"Até depois de examinar o RT e a Sputnik ao microscópio e depois de nos convocar, os parlamentares não conseguiram inventar nada por meio do qual fosse possível fechar-nos. Talvez, eles não conseguissem se privar do prazer de ver o RT no refeitório", cita o RT a editora-chefe.

"Ao mesmo tempo, os autores do relatório pedem que nos vigiem de maneira a não publicarmos 'notícias falsas', mas eles mesmos citam a mídia convencional, que apanhámos muitas vezes em falsificações. Mais relatórios como esse e os parlamentares britânicos serão um sinônimo de 'cientistas britânicos'", afirmou Margarita Simonyan.

No final de fevereiro, a edição britânica Sunday Express soube que, no refeitório da Câmara dos Lordes, o canal RT é um dos que os lordes costumam assistir, tal como a BBC e Sky News.

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