Maduro promete criar brigadas de defensores da paz

"O objetivo do ataque do imperialismo e de seus marionetes é deixar o povo sem eletricidade e provocar a violência para que todos se revoltem contra todos, venezuelano contra venezuelano, causar morte, sangue, caos, violência. Mas o povo disse 'não, nos deixaram sem eletricidade, mas não vão nos privar da paz e tranquilidade'", declarou Maduro ao canal estatal de TV durante a celebração do 6º aniversário do Movimento pela Paz e Vida em Caracas

Maduro promete criar brigadas de defensores da paz
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Sputinik – O presidente da Venezuela Nicolás Maduro propôs na sexta-feira (22) criar em todas as comunidades do território nacional brigadas de defensores da paz para enfrentar os ataques dos EUA.

"O objetivo do ataque do imperialismo e de seus marionetes é deixar o povo sem eletricidade e provocar a violência para que todos se revoltem contra todos, venezuelano contra venezuelano, causar morte, sangue, caos, violência. Mas o povo disse 'não, nos deixaram sem eletricidade, mas não vão nos privar da paz e tranquilidade'", declarou Maduro ao canal estatal de TV durante a celebração do 6º aniversário do Movimento pela Paz e Vida em Caracas.

As brigadas serão formadas por jovens do Movimento pela Paz e Vida e têm o objetivo de articular com todas as forças populares para estabelecer linhas de atução que protejam a estabilidade e paz do povo venezuelano, particularmente de ciberataques ao sistema elétrico nacional.

Além disso, o presidente venezuelano designou o governador do estado de Yaracuy, Julio Cesar León Heredia, como responsável pela consolidação dessas brigadas.

"É o momento de unir as forças revolucionárias e todos os movimentos sociais para assegurar um processo que garanta a paz em cada espaço", assinalou Maduro.

Na Venezuela, além das forças oficiais, há tropas irregulares. No fim de janeiro Maduro comunicou que iriam ser formados 50 mil destacamentos das milícias.

Recordamos que, no dia 7 de março, ocorreu na Venezuela um colapso energético após um acidente na Hidrelétrica de Guri, que deixou 21 estados do país sem acesso à eletricidade. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou Washington de ter sido o principal responsável pelo sucedido.

A Venezuela enfrenta uma profunda crise política desde que o líder da oposição do país, Juan Guaidó, se declarou presidente interino em 23 de janeiro. Os Estados Unidos e 54 outros países, incluindo o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente interino da Venezuela. Rússia, China, Cuba, Bolívia, Irã e Turquia, entre outros, continuam apoiando o governo de Maduro.

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