Merkel: conversas em Genebra focarão áreas seguras na Síria

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse neste domingo que não aprova "zonas seguras" clássicas na Síria que teriam de ser protegidas por forças estrangeiras, mas acredita que as negociações de paz em Genebra poderiam chegar a um acordo sobre áreas onde refugiados sírios poderiam se sentir a salvo de bombardeios; "Eu acredito que, se você tivesse seguido o que eu disse ontem, na Turquia, é algo que tem de sair das conversações de paz de Genebra; não se trata de zonas seguras clássicos"

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse neste domingo que não aprova "zonas seguras" clássicas na Síria que teriam de ser protegidas por forças estrangeiras, mas acredita que as negociações de paz em Genebra poderiam chegar a um acordo sobre áreas onde refugiados sírios poderiam se sentir a salvo de bombardeios; "Eu acredito que, se você tivesse seguido o que eu disse ontem, na Turquia, é algo que tem de sair das conversações de paz de Genebra; não se trata de zonas seguras clássicos"
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse neste domingo que não aprova "zonas seguras" clássicas na Síria que teriam de ser protegidas por forças estrangeiras, mas acredita que as negociações de paz em Genebra poderiam chegar a um acordo sobre áreas onde refugiados sírios poderiam se sentir a salvo de bombardeios; "Eu acredito que, se você tivesse seguido o que eu disse ontem, na Turquia, é algo que tem de sair das conversações de paz de Genebra; não se trata de zonas seguras clássicos" (Foto: Romulo Faro)
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Hanover, Alemanha (Reuters) - A chanceler alemã, Angela Merkel, disse neste domingo que não aprova "zonas seguras" clássicas na Síria que teriam de ser protegidas por forças estrangeiras, mas acredita que as negociações de paz em Genebra poderiam chegar a um acordo sobre áreas onde refugiados sírios poderiam se sentir a salvo de bombardeios.

"Eu acredito que, se você tivesse seguido o que eu disse ontem, na Turquia, é algo que tem de sair das conversações de paz de Genebra; não se trata de zonas seguras clássicos", disse durante uma entrevista coletiva com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

"É possível, quando se fala sobre um cessar-fogo, identificar regiões nas conversações entre os parceiros de negociação em Genebra onde as pessoas podem se sentir particularmente seguras. Não se trata de alguma influência do exterior, mas sim de dentro das negociações", acrescentou.

(Por Andreas Rinke)

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