Milhares vão às ruas na Argentina protestar contra arrocho de Macri

Milhares de pessoas na Argentina  exigiram o fim das medidas que "têm fome da parte mais sensível da nossa sociedade" e denunciaram a perseguição daqueles que se opõem ao Governo argentino, Maurício Madri; o líder Hugo Moyano planejou para 2019  a movimentação maciça de sindicatos e organizações sociais para rejeitar as políticas de ajuste aplicadas pelo executivo; "Aqueles de nós que mais desejam a pacificação do país são os trabalhadores, mas é feito com salários dignos, é feito com um país onde as crianças comem com dignidade"  

Milhares de pessoas na Argentina  exigiram o fim das medidas que "têm fome da parte mais sensível da nossa sociedade" e denunciaram a perseguição daqueles que se opõem ao Governo argentino, Maurício Madri; o líder Hugo Moyano planejou para 2019  a movimentação maciça de sindicatos e organizações sociais para rejeitar as políticas de ajuste aplicadas pelo executivo; "Aqueles de nós que mais desejam a pacificação do país são os trabalhadores, mas é feito com salários dignos, é feito com um país onde as crianças comem com dignidade"
 
Milhares de pessoas na Argentina  exigiram o fim das medidas que "têm fome da parte mais sensível da nossa sociedade" e denunciaram a perseguição daqueles que se opõem ao Governo argentino, Maurício Madri; o líder Hugo Moyano planejou para 2019  a movimentação maciça de sindicatos e organizações sociais para rejeitar as políticas de ajuste aplicadas pelo executivo; "Aqueles de nós que mais desejam a pacificação do país são os trabalhadores, mas é feito com salários dignos, é feito com um país onde as crianças comem com dignidade"   (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Milhares de pessoas na Argentina  exigiram o fim das medidas que "têm fome da parte mais sensível da nossa sociedade" e denunciaram a perseguição daqueles que se opõem ao Governo argentino, Maurício Madri. As informações são do site Página 12.

O líder Hugo Moyano planejou para 2019  a movimentação maciçade sindicatos e organizações sociais para rejeitar as políticas de ajuste aplicadas pelo executivo. "Vamos preparar os trabalhadores, quando chegou a hora de expressar a vontade democrática, os gorilas não podem mais estar na liderança do país porque querem tirar a dignidade dos trabalhadores e não podemos permitir isso", disse.

"Eu não estou envolvido em nenhuma questão de corrupção, não tenho queixa, mas se eu tivesse, tenho bolas suficientes para me defender. Eles não vão me ver rugas, menos defender os direitos dos trabalhadores", afirmou. "Aqueles de nós que mais desejam a pacificação do país são os trabalhadores, mas é feito com salários dignos, é feito com um país onde as crianças comem com dignidade", acrescentou.

 

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