Militares pedem renúncia de Morales e Bolívia caminha para ditadura

O comandante das Forças Armadas da Bolívia, Williams Kalima, pediu a renúncia do presidente Evo Morales "para pacificar" o país, juntando-se aos líderes opositores que pedem a saída de Evo. O presidente eleito havia anunciado a convocação de novas eleições

Governo de Evo Morales tem 56% de apoio
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247 - O comandante das Forças Armadas da Bolívia, Williams Kalima, pediu a renúncia do presidente Evo Morales "para pacificar" o país, juntando-se aos líderes opositores que pedem a saída de Evo. O presidente eleito havia anunciado a convocação de novas eleições. 

A reportagem do jornal O Globo destaca que "antes da divulgação do comunicado, os militares haviam anunciado que realizariam operações aéreas e terrestres para "neutralizar as ações de grupos armados que agem fora da lei". "Em cumprimento ao mandato constitucional (...) e as leis da atual vigência que sinalizam que as únicas instituições autorizadas a portar armas são as Forças Armadas e a Polícia Nacional, o comando militar ordena a execução de operações militares aéreas e terrestres para neutralizar grupos armados que se encontram atuando fora da lei".

A matéria ainda acrescenta que "ainda não está claro quais serão as operações ou quais são suas intenções, mas seu anúncio ocorre em meio a uma onda de violência que se intensificou na semana passada, com a radicalização de grupos opositores anti-Morales. Os atos são comandados pelo líder do Comitê Cívico do departamento (estado) de Santa Cruz, o empresário Luis Fernando Camacho , que pede a renúncia do presidente e convocou policiais e militares a se amotinarem para depô-lo."

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