Obama: Brasil é exemplo de combate à corrupção

Em discurso, na Cúpula das Américas, presidente Barack Obama elogiou a presidente Dilma Rousseff: "Foi preciso que uma mulher chegasse ao poder para se começar a limpar a corrupção no Brasil"; "Não fosse a autonomia que Dilma deu à Polícia Federal, e o respeito com que tratou o Ministério Público, mesmo os seus setores mais radicalizados contra o governo, não haveria o combate à corrupção que vemos hoje", destaca Miguel do Rosário, do Tijolaço

Em discurso, na Cúpula das Américas, presidente Barack Obama elogiou a presidente Dilma Rousseff: "Foi preciso que uma mulher chegasse ao poder para se começar a limpar a corrupção no Brasil"; "Não fosse a autonomia que Dilma deu à Polícia Federal, e o respeito com que tratou o Ministério Público, mesmo os seus setores mais radicalizados contra o governo, não haveria o combate à corrupção que vemos hoje", destaca Miguel do Rosário, do Tijolaço
Em discurso, na Cúpula das Américas, presidente Barack Obama elogiou a presidente Dilma Rousseff: "Foi preciso que uma mulher chegasse ao poder para se começar a limpar a corrupção no Brasil"; "Não fosse a autonomia que Dilma deu à Polícia Federal, e o respeito com que tratou o Ministério Público, mesmo os seus setores mais radicalizados contra o governo, não haveria o combate à corrupção que vemos hoje", destaca Miguel do Rosário, do Tijolaço (Foto: Roberta Namour)
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Por Miguel do Rosário, do Tijolaço

Essa é para matar coxinha.

O principal elogio de Barack Obama à presidenta Dilma, e foram muitos elogios, foi a sua firmeza no combate à corrupção.

Obama disse, literalmente: “Foi preciso que uma mulher chegasse ao poder para se começar a limpar a corrupção no Brasil”.

De fato, os zumbis que saem às ruas pedindo intervenção militar, em inglês, por causa da corrupção, são pobres coitados lobotomizados pela mídia.

Não fosse a autonomia que Dilma deu à Polícia Federal, e o respeito com que tratou o Ministério Público, mesmo os seus setores mais radicalizados contra o governo, não haveria o combate à corrupção que vemos hoje.

Acho que os coxinhas vão precisar falar outra língua. O inglês não está dando certo.

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No Portal Metrópole

Na Cúpula das Américas, Obama elogia Dilma e diz que Brasil é exemplo de combate a corrupção

Depois de um ano, a presidente Dilma Rousseff ouviu finalmente um pedido de desculpas do presidente dos EUA pela espionagem da agência americana no Brasil. Em discurso, o presidente Barack Obama soltou série de elogios sobre a presidente e disse que o Brasil é um exemplo de combate a corrupção

Por Redação – com informações do Estadão

A presidente Dilma Rousseff ouviu finalmente do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, um tipo de pedido de desculpas, ainda que não tradicional, pela espionagem levada a cabo pela National Security Agency sobre o governo e empresas brasileiras. Ao responder se a crise estabelecida em 2013 pela descoberta da espionagem estava superada pela marcação da visita aos EUA para junho deste ano, Dilma revelou o que o presidente americano lhe falou durante a reunião bilateral de hoje: ele lhe ligará quando quiser saber algo do Brasil.

“O governo americano não disse só para o Brasil, mas disse para todos os países do mundo que os países amigos, os países irmãos não seriam espionados. E também tem uma declaração do presidente Obama: ele falou pra mim que quando ele quiser saber qualquer coisa, ele liga pra mim. (Eu) não só atendo, como fico muito feliz”, contou.

O encontro dos dois presidentes durou cerca de meia hora. De acordo com a presidente, os dois trataram dos temas de cooperação que o Brasil quer ver avançar na visita, entre eles cooperação na área de energias alternativas, educação, defesa e o programa Open Skies para a aviação civil.

Em discurso na Cúpula das Américas, a presidente ouviu elogios do presidente Barack Obama: “Vejam só o exemplo do Brasil, em combate a corrupção… Precisou-se que uma mulher chegasse ao poder para se começar a limpar a corrupção”, disse ele.

Descontraída, a presidente agradeceu quando foi elogiada pela elegância. E, ao ser perguntada se o presidente americano havia comentado sua nova silhueta – Dilma perdeu 16 quilos -, respondeu: “Olha, ele não elogiou. Mas eu gostaria que tivesse elogiado.”

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