Obama: referendo na Crimeia viola lei internacional

Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta (6) que uma proposta de referendo na Crimeia para que a península ucraniana se junte à Rússia viola o direito internacional e afirmou que as sanções norte-americanas têm objetivo de fazer a Rússia pagar o custo pela intervenção na Ucrânia; "Qualquer discussão sobre o futuro da Ucrânia deve incluir o governo legítimo da Ucrânia", disse; enquanto isso, o presidente russo, Vladimir Putin enviou tropas para a região da Crimeia, em uma prova de força contra o governo interino que se formou na Ucrânia

Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta (6) que uma proposta de referendo na Crimeia para que a península ucraniana se junte à Rússia viola o direito internacional e afirmou que as sanções norte-americanas têm objetivo de fazer a Rússia pagar o custo pela intervenção na Ucrânia; "Qualquer discussão sobre o futuro da Ucrânia deve incluir o governo legítimo da Ucrânia", disse; enquanto isso, o presidente russo, Vladimir Putin enviou tropas para a região da Crimeia, em uma prova de força contra o governo interino que se formou na Ucrânia
Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta (6) que uma proposta de referendo na Crimeia para que a península ucraniana se junte à Rússia viola o direito internacional e afirmou que as sanções norte-americanas têm objetivo de fazer a Rússia pagar o custo pela intervenção na Ucrânia; "Qualquer discussão sobre o futuro da Ucrânia deve incluir o governo legítimo da Ucrânia", disse; enquanto isso, o presidente russo, Vladimir Putin enviou tropas para a região da Crimeia, em uma prova de força contra o governo interino que se formou na Ucrânia (Foto: Valter Lima)
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247 - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira (6) que uma proposta de referendo na Crimeia para que a península ucraniana se junte à Rússia viola o direito internacional e afirmou que as sanções norte-americanas têm objetivo de fazer a Rússia pagar o custo pela intervenção na Ucrânia. "O referendo proposto sobre o futuro da Crimeia violaria a Constituição ucraniana e viola a lei internacional", disse Obama a repórteres na Casa Branca. "Qualquer discussão sobre o futuro da Ucrânia deve incluir o governo legítimo da Ucrânia", completou.

O Parlamento da Crimeia votou unanimamente a favor de se tornar parte da Rússia nesta quinta. Pouco antes da decisão, o vice-premiê da região afirmou que um referendo sobre o status da região será realizado em 16 de março. Segundo o texto aprovado pelo Parlamento, foi acertado "entrar na Federação Russa com os direitos de um sujeito da Federação Russa".

O presidente interino da Ucrânia disse que o referendo previsto era ilegítimo, classificando-o como uma farsa e um crime organizado pelos militares russos. A crise na Ucrânia se intensificou em fevereiro, após meses de protestos a favor da Europa e contra assinaturas de contratos do governo com a Rússia. As manifestações se voltaram contra o presidente pró-Rússia, Viktor Yanukovych, que foi derrubado e deixou o país. Enquanto isso, o presidente russo, Vladimir Putin enviou tropas para a região da Crimeia, em uma prova de força contra o governo interino que se formou na Ucrânia. A Crimeia é uma península que abriga a maioria das bases russas e é histórica e culturalmente ligada à Rússia.

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