Pacifistas brasileiros repudiam Bolsonaro por apoiar ataque dos EUA ao Iraque e Irã

O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), entidade que reúne pacifistas e ativistas de movimentos de solidariedade internacional, lança documento repudiando a posição do governo Bolsonaro em apoio ao atentado do governo Trump que assassinou o general iraniano Qassem Soleimani

Jair Bolsonaro, general iraniano Soleimani e Donald Trump
Jair Bolsonaro, general iraniano Soleimani e Donald Trump (Foto: PR | Reuters | Reprodução)
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247 - "Como organização social brasileira, o Cebrapaz rechaça a posição abjeta do governo de Jair Bolsonaro, que movido pela linha de subordinação incondicional ao governo de Donald Trump, apoiou o ato criminoso e terrorista desse governo imperialista", diz a nota.  

"Ao alinhar-se com a prática de crimes do imperialismo e com sua estratégia terrorista e belicista, Bolsonaro e seu Ministério das Relações Exteriores se afastam da posição que a diplomacia brasileira tem defendido ao longo da sua história de propugnar a paz, e violam a Constiuição Federal que obriga o Brasil a defender a autodeterminação das nações e a solução pacífica dos conflitos internacionais".  

A nota afirma que a entidade "condena energicamente o criminoso atentado, praticado por ordem do presidente dos Estados Unidos da América, que resultou no assassinato de oito militares iranianos de alta patente, entre eles o general Qassem Soleimani, eminente militar, figura querida em seu país e em toda a região do Oriente Médio".   

De acordo com o Cebrapaz, o ataque ordenado por Trump foi "uma ação criminosa, configurando uma linha de continuidade com o que fizeram seus antecessores, como George W. Bush, que praticou a chamada guerra preventiva". Para o Cebrapaz, o atual governante dos Estados Unidos executa os "assassinatos preventivos", matando dirigentes de outros países.   

O Cebrapaz informa que organizará eventos em solidariedade aos povos iraquiano e iraniano, cuja "soberania nacional foi violada em mais uma ofensa norte-americana ao Direito Internacional" .   

 

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