Países da Otan pretendem aumentar ajuda militar à Ucrânia

Vários países da Otan decidiram alocar investimentos adicionais para fornecer ajuda militar à Ucrânia. Essas informações foram confirmadas pela vice-primeira-ministra da Ucrânia, Ivanna Klimpush-Tsintsadze, após a reunião da Comissão Ucrânia-Otan em nível de embaixadores, comunica a agência Ukrinform

Países da Otan pretendem aumentar ajuda militar à Ucrânia
Países da Otan pretendem aumentar ajuda militar à Ucrânia

247, com Sputnik - Vários países da Otan decidiram alocar investimentos adicionais para fornecer ajuda militar à Ucrânia. Essas informações foram confirmadas pela vice-primeira-ministra da Ucrânia, Ivanna Klimpush-Tsintsadze, após a reunião da Comissão Ucrânia-Otan em nível de embaixadores, comunica a agência Ukrinform.

Em particular, de acordo com a política, a Noruega já anunciou a decisão de fornecer 140 mil euros (R$ 621,8 mil) adicionais para o programa de desenvolvimento profissional da Otan. Além disso, o ministro da Defesa da República Tcheca também assinou um decreto sobre a alocação de meios adicionais para o fundo de logística.

A Alemanha também confirmou que faria uma contribuição adicional para a reabilitação médica de militares ucranianos, acrescentou a vice-primeira-ministra.

Segundo ela, desse modo os fundos para apoiar militarmente a Ucrânia serão preenchidos em mais de 100 por cento.

A Ucrânia não é um país-membro da Otan, mas mostrou interesse em se juntar à Aliança, que avançou lentamente para o leste desde o fim do socialismo na Europa Oriental. O interesse da Ucrânia pela Otan vem aumentando desde 2014, quando o governo pró-ocidental de direita chegou ao poder depois de o então presidente Viktor Yanukovich ter retirado a proposta de acordo comercial com a União Europeia a favor de um acordo alternativo com a Rússia.

Previamente, o assessor de segurança nacional dos EUA, John Bolton, ao retornar de Kiev, afirmou à Reuters que a Ucrânia avançou em seus esforços para aderir à Otan, no entanto, há muito trabalho a ser feito nesse sentido.

Bolton sublinhou aos repórteres que é perigoso não resolver a crise na Ucrânia, referindo-se à votação em que a população da República da Crimeia decidiu em 2014 voltar a fazer parte da Rússia.

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