Papa diz estar preocupado com efeito da eleição de Trump sobre pobres

Papa Francisco se recusou a fazer um julgamento pessoal sobre o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que está interessado apenas no impacto das escolhas dos políticos sobre os pobres; "Não faço julgamentos sobre pessoas e homens políticos, quero apenas entender que sofrimento o comportamento deles causa aos pobres e aos excluídos", disse Francisco

Papa Francisco se recusou a fazer um julgamento pessoal sobre o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que está interessado apenas no impacto das escolhas dos políticos sobre os pobres; "Não faço julgamentos sobre pessoas e homens políticos, quero apenas entender que sofrimento o comportamento deles causa aos pobres e aos excluídos", disse Francisco
Papa Francisco se recusou a fazer um julgamento pessoal sobre o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que está interessado apenas no impacto das escolhas dos políticos sobre os pobres; "Não faço julgamentos sobre pessoas e homens políticos, quero apenas entender que sofrimento o comportamento deles causa aos pobres e aos excluídos", disse Francisco (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - O papa Francisco se recusou a fazer um julgamento pessoal sobre o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma entrevista nesta sexta-feira, afirmando que está interessado apenas no impacto das escolhas dos políticos sobre os pobres.

Questionado o que achava sobre o magnata do setor imobiliário que venceu a eleição presidencial dos EUA na terça-feira, o papa argentino disse ao jornal italiano La Repubblica: "Não faço julgamentos sobre pessoas e homens políticos, quero apenas entender que sofrimento o comportamento deles causa aos pobres e aos excluídos".

Francisco disse que sua maior preocupação no momento é com os refugiados e os imigrantes, dizendo: "Temos de derrubar os muros que dividem".

Mais cedo neste ano, o papa sugeriu que a posição de Trump sobre a imigração, que inclui uma promessa de campanha de construir um muro na fronteira entre EUA e México para manter afastados os imigrantes ilegais, "não era cristã".

Um porta-voz papal disse posteriormente que a declaração não foi um ataque pessoal. O principal diplomata do Vaticano na quarta-feira desejou o melhor a Trump e disse que rezaria pela "iluminação" do presidente eleito.

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