Papa pede "reconciliação fraterna" na Venezuela

Mensagem do Domingo de Páscoa do papa Francisco foi um pedido de pacificação de todos os conflitos da terra, "pequenos ou grandes, antigos ou recentes", e fez uma chamada para a reconciliação entre governo e oposição na Venezuela; ele defendeu a reconciliação entre as partes –o governo de Nicolás Maduro e seus opositores–, que já haviam solicitado a participação da Santa Sé em suas negociações; "Que as almas se encaminhem para a reconciliação e para a concórdia fraterna na Venezuela", disse; ele mencionou ainda os conflitos da Ucrânia, Iraque, República Centro-Africana e Sudão do Sul

Mensagem do Domingo de Páscoa do papa Francisco foi um pedido de pacificação de todos os conflitos da terra, "pequenos ou grandes, antigos ou recentes", e fez uma chamada para a reconciliação entre governo e oposição na Venezuela; ele defendeu a reconciliação entre as partes –o governo de Nicolás Maduro e seus opositores–, que já haviam solicitado a participação da Santa Sé em suas negociações; "Que as almas se encaminhem para a reconciliação e para a concórdia fraterna na Venezuela", disse; ele mencionou ainda os conflitos da Ucrânia, Iraque, República Centro-Africana e Sudão do Sul
Mensagem do Domingo de Páscoa do papa Francisco foi um pedido de pacificação de todos os conflitos da terra, "pequenos ou grandes, antigos ou recentes", e fez uma chamada para a reconciliação entre governo e oposição na Venezuela; ele defendeu a reconciliação entre as partes –o governo de Nicolás Maduro e seus opositores–, que já haviam solicitado a participação da Santa Sé em suas negociações; "Que as almas se encaminhem para a reconciliação e para a concórdia fraterna na Venezuela", disse; ele mencionou ainda os conflitos da Ucrânia, Iraque, República Centro-Africana e Sudão do Sul (Foto: Valter Lima)

247 - Na mensagem do Domingo de Páscoa, o papa Francisco pediu a pacificação de todos os conflitos da terra, "pequenos ou grandes, antigos ou recentes", e fez uma chamada para a reconciliação entre governo e oposição na Venezuela. Ele defendeu a reconciliação entre as partes –o governo de Nicolás Maduro e seus opositores–, que já haviam solicitado a participação da Santa Sé em suas negociações. "Que as almas se encaminhem para a reconciliação e para a concórdia fraterna na Venezuela", disse.

Em seu discurso, diante de mais de 150 mil fiéis reunidos nas imediações do templo, Francisco mencionou os conflitos que se vivem em países como Ucrânia, Iraque, República Centro-Africana e Sudão do Sul, e reivindicou o fim das tensões entre israelenses e palestinos e dos ataques terroristas na Nigéria. Além disso, pediu a Cristo que interceda para acabar com a epidemia de ebola em países africanos como Serra Leoa, Libéria e Guiné.

O bispo também citou o conflito da Síria e rezou pela libertação dos sacerdotes sequestrados e por todos aqueles que sofrem perseguição por professar uma fé. "Te suplicamos, Senhor, pela Síria, a amada Síria, para que todos os que sofrem as consequências possam receber a suficiente ajuda humanitária e para que as partes em causa não usem mais a força para semear a morte", afirmou.

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