Pastores e entidades dos EUA contestam obrigatoriedade de vacina contra Covid-19

Agora que o governo Biden prepara uma obrigatoriedade federal de vacinação e mais Estados e empresas as impõem para ajudar a acelerar o fim da pandemia, esforços de líderes religiosos munidos de cartas estão sendo amparados por grupos de aconselhamento legal como o Liberty Counsel

(Foto: Shan Vaughn/Divulgação via REUTERS)
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Reuters - Do lado de fora, a igreja First Harvest Ministries de Waveland, no Estado norte-americano do Mississippi, quase poderia ser confundida com um galpão, não fosse pelo campanário.

Do edifício modesto, no entanto, Shane Vaughn, pastor da Igreja Pentecostal, ajuda a liderar um movimento online que defende a fé pessoal para driblar as exigências de vacinação contra Covid-19 nos ambientes de trabalho.

Ele envia cartas-modelo a trabalhadores de todo o país que pedem dispensa religiosa que já foram baixadas de seu site cerca de 40 mil vezes, de acordo com uma captura de tela que ele compartilhou com a Reuters.

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"Esta é a única escapatória", disse Vaughn, de 48 anos, sobre as cartas que ele disponibiliza de graça e que misturam trechos da Bíblia com alertas aos empregadores a respeito de consequências legais se este forem ignorados.

Agora que o governo Biden prepara uma obrigatoriedade federal de vacinação e mais Estados e empresas as impõem para ajudar a acelerar o fim da pandemia, esforços de líderes religiosos munidos de cartas estão sendo amparados por grupos de aconselhamento legal como o Liberty Counsel.

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A organização disse que já enviou mais de 100 cartas a empresas como United Airlines Holdings Inc e Tyson Foods Inc prometendo processos se estas rejeitarem pedidos de dispensa religiosa indevidamente.

A United disse que cerca de dois mil de seus 67 mil funcionários dos Estados Unidos pediram dispensa religiosa ou médica. A Tyson disse que somente uma "porcentagem pequena" de seus mais de 100 mil funcionários fez o mesmo antes do prazo final de 1º de novembro.

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