Petróleo salta 18% após bombardeio com drones na Arábia Saudita

Depois do bombardeio com drones nas reservar da Arábia Saudita - maior produtora de petróleo do mundo que teve reduzida à metade sua produção de petróleo, o preço do barril saltou 18%. O presidente americano anunciou que liberou as reservas estratégicas para tentar manter o preço, mas o efeito aparentemente foi nulo

247 - Depois do bombardeio com drones nas reservar da Arábia Saudita - maior produtora de petróleo do mundo que teve reduzida à metade sua produção de petróleo, o preço do barril saltou 18%. O presidente americano anunciou que liberou as reservas estratégicas para tentar manter o preço, mas o efeito aparentemente foi nulo.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "o barril de petróleo Brent está sendo negociado a US$ 70,98 por barril nos mercados futuros de petróleo neste domingo, 15, um aumento de 18% em relação ao fechamento de sexta-feira de US$ 60,15. O petróleo intermediário de referência dos EUA abriu a US$ 61,27 por barril, uma subida de 12%."

A matéria ainda sublinha que "os preços do petróleo nos EUA eram negociados em uma faixa entre US$ 50 e US$ 60 por barril nos últimos seis meses. O petróleo Brent, a referência do mercado global, tem sido negociado um pouco acima desses valores. Analistas afirmam que os preços do petróleo podem subir nos próximos dias, como resultado do ataque à empresa de petróleo estatal saudita, Saudi Aramco, que é o segundo maior produtor de petróleo do mundo, com 9,85 milhões de barris por dia em agosto. "Os sauditas estão se esforçando para fazer reparos e manter o óleo fluindo", disse John Kilduff, da Again Capital. "A resposta determinará quão altos os preços chegarão e por quanto tempo."

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