Por iniciativa de Uruguai e México, realiza-se nesta quinta reunião por diálogo na Venezuela

A proposta de Uruguai e México de criar o Mecanismo de Montevidéu para o diálogo entre governo e oposição na Venezuela concentra as atenções mundiais nesta quinta-feira (7) na conferencia internacional sobre a crise no país sul-americano; os chanceleres do Uruguay, Rodolfo Nin Novoa, e México, Marcelo Ebrad, que representam os dois governos que tomaram a iniciativa de convocar o encontro, adiantaram que receberam o apoio, na condição de copatrocinador, da Comunidade de Estados do Caribe (Caricom)

Por iniciativa de Uruguai e México, realiza-se nesta quinta reunião por diálogo na Venezuela
Por iniciativa de Uruguai e México, realiza-se nesta quinta reunião por diálogo na Venezuela

247, com Prensa Latina - A proposta de Uruguai e México de criar o Mecanismo de Montevidéu para o diálogo entre governo e oposição na Venezuela concentra as atenções mundiais nesta quinta-feira (7) na conferencia internacional sobre a crise no país sul-americano.

Os chanceleres do Uruguay, Rodolfo Nin Novoa, e México, Marcelo Ebrad, que representam os dois governos que tomaram a iniciativa de convocar o encontro, adiantaram que receberam o apoio, na condição de copatrocinador da Comunidade de Estados do Caribe (Caricom).

Concebida em quatro etapas, e sem impor condições ao poder legítimo da Venezuela presidido por Nicolás Maduro, como a de antecipar as eleições presidenciais, a iniciativa é uma aposta no diálogo interno com acompanhamento internacional.

Para este acompanhamento são apontadas três reconhecidas personalidades, encabeçadas pelo ex-chanceler uruguaio, ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento e ex-secretário geral ibero-americano, Enrique Iglesias.

Os outros são o ex-chanceler mexicano Bernardo Sepúlveda e a atual vice-presidenta da Costa Rica, Rebeca Grynspan.

A proposta será apresentada aos demais participantes na conferência: uma delegação da União Europeia, com oito integrantes (França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Espanha, Suécia e Reino Unido) e da América Latina, com Bolivia, Costa Rica e Equador, além de Uruguai e México.

Desde o comunicado conjunto original de convocação, em 30 de janeiro, o Uruguai e o México se pronunciaram pela não intervenção no el conflito político venezuelano e fizeram apelos para que participem países e organismos que compartilhem esta posição e favoreçam um diálogo inclusivo e com credibilidade que ajude a devolver a estabilidade e a paz.

Movimentos uruguaios de solidariedade com a Venezuela convocaram uma manifestação de apoio à iniciativa pelo diálogo e rechaçando o intervencionismo dos Estados Unidos.

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