Protesto pró-independência fecha estações de metrô e bloqueia avenidas na Catalunha

Greve foi convocada por grupos pró-independência depois que centenas de pessoas ficaram feridas pela repressão da polícia espanhola durante um referendo sobre a independência; a paralisação, inicialmente anunciada como uma greve geral em toda a região, mas rejeitada pelos maiores sindicatos do país, afetou o setor e o transporte público e serviços básicos na Catalunha  

Manifestantes gritam durante protesto do lado de fora da principal delegacia da Polícia Nacional, em Barcelona, Espanha 03/10/2017 REUTERS/Susana Vera
Manifestantes gritam durante protesto do lado de fora da principal delegacia da Polícia Nacional, em Barcelona, Espanha 03/10/2017 REUTERS/Susana Vera (Foto: Gisele Federicce)

Por Sam Edwards

BARCELONA (Reuters) - Estações de metrô foram fechadas, importantes avenidas bloqueadas e funcionários públicos deixaram seus locais de trabalho em Barcelona, nesta terça-feira, como parte de uma greve convocada por grupos pró-independência depois que centenas de pessoas ficaram feridas pela repressão da polícia espanhola durante um referendo sobre a independência.

A paralisação, inicialmente anunciada como uma greve geral em toda a região, mas rejeitada pelos maiores sindicatos do país, afetou o setor e o transporte público e serviços básicos na Catalunha.

Estações de metrô normalmente movimentadas em Barcelona ficaram desertas, à medida que os serviços foram reduzidos drasticamente. Piquetes bloquearam o trânsito na Gran Via, e a movimentação em seis grandes avenidas da região foi interrompida por protestos.

Em outros lugares, a resposta à convocação de greve foi irregular, com algumas lojas, supermercados e cafés abertos e outros fechados. O mercado La Boqueria, em Barcelona, estava quase vazio.

Grupos pró-independência e organizações sindicais na Catalunha convocaram uma greve geral para esta terça-feira, depois que a polícia da Espanha tentou fechar à força postos de voto no domingo, depois que um referendo sobre a independência da região foi proibido pela corte constitucional espanhola.

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