Recontagem no Wisconsin confirma vitória de Biden

A campanha de Donald Trump teve de pagar US$ 3 milhões para as autoridades do Wisconsin recontarem os votos. Antes disso, a recontagem na Geórgia também já havia assegurado a vitória de Joe Biden

(Foto: Reuters)
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(ANSA) - As autoridades eleitorais do Wisconsin concluíram neste domingo (29) a recontagem de votos pedida pelo presidente Donald Trump e confirmaram a vitória de Joe Biden no estado.

Após a nova apuração, a vantagem do democrata sobre o republicano ainda aumentou em 87 votos, ficando em cerca de 20,5 mil, em um universo de quase 3,3 milhões. O triunfo no estado, que havia sido conquistado por Trump em 2016, garantiu 10 dos 306 votos de Biden no colégio eleitoral.

A campanha do republicano teve de pagar US$ 3 milhões para as autoridades do Wisconsin recontarem os votos. Antes disso, a recontagem na Geórgia também já havia assegurado a vitória do democrata.

Trump já tentou impedir as autoridades eleitorais do Michigan de certificaram o resultado no estado e acionou a Justiça para interromper a apuração na Pensilvânia, mas sem sucesso. Com o fim da recontagem, a comissão eleitoral do Wisconsin deve se reunir na terça-feira (1º) para certificar o resultado.

Apesar da derrota nas urnas e nos tribunais, Trump insiste em questionar o sistema democrático americano e, em entrevista à Fox News - a primeira após as eleições -, disse que as eleições de 2020 foram "as mais fraudadas da história".

Dias atrás, no entanto, a própria Agência de Cibersegurança e Segurança de Infraestrutura (Cisa) do governo havia definido o pleito como o "mais seguro da história". Por conta disso, Trump demitiu o diretor da Cisa, Chris Krebs.

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