Trump chama denúncias de assédio de “meras alegações”

O presidente dos EUA, Donald Trump, colocou em questão o movimento "Me Too", de mulheres americanas contra o assédio; Trump sinalizou questionar as circunstâncias que levaram à renúncia de um assessor acusado de violência doméstica; "Vidas estão sendo destruídas por uma mera alegação", afirmou no Twitter; segundo ele, "não há recuperação para alguém que foi falsamente acusado"; o próprio presidente é alvo da denúncias de assédio sexual

O presidente dos EUA, Donald Trump, colocou em questão o movimento "Me Too", de mulheres americanas contra o assédio; Trump sinalizou questionar as circunstâncias que levaram à renúncia de um assessor acusado de violência doméstica; "Vidas estão sendo destruídas por uma mera alegação", afirmou no Twitter; segundo ele, "não há recuperação para alguém que foi falsamente acusado"; o próprio presidente é alvo da denúncias de assédio sexual
O presidente dos EUA, Donald Trump, colocou em questão o movimento "Me Too", de mulheres americanas contra o assédio; Trump sinalizou questionar as circunstâncias que levaram à renúncia de um assessor acusado de violência doméstica; "Vidas estão sendo destruídas por uma mera alegação", afirmou no Twitter; segundo ele, "não há recuperação para alguém que foi falsamente acusado"; o próprio presidente é alvo da denúncias de assédio sexual (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, colocou em questão neste sábado (10) o movimento "Me Too", que motivou milhares de mulheres nos EUA e em várias partes do mundo a denunciarem casos de assédio ou abuso sexual que sofreram. Trump pareceu questionar as circunstâncias que levaram à renúncia de um assessor acusado de violência doméstica.

"Vidas estão sendo destruídas por uma mera alegação", afirmou o presidente no Twitter. Segundo ele, "algumas são verdadeiras e outras são falsas", mas "não há recuperação para alguém que foi falsamente acusado". "Não há algo chamado devido processo?", questionou.

Trump não citou nomes, mas nesta semana o secretário da Casa Branca Rob Porter renunciou ao cargo após denúncias de que ele havia abusado de duas ex-mulheres. As agressões foram denunciadas à polícia e documentadas em fotos. Por conta o caso, o chefe de gabinete de Trump, general John Kelly, disse estar disposto também a renunciar.

O próprio presidente é alvo de denúncias de assédio sexual. Nos últimos dois anos, mais de uma dezena de mulheres acusou o republicano de realizar avanços sexuais não desejados antes de ele entrar na política. 

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