Ucrânia: UE vai ajudar com 11 bilhões de euros

Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso anunciou nesta quarta-feira 5 em Bruxelas um pacote de ajuda financeira à Ucrânia, que combina verbas do Orçamento da União Europeia, do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento (Berd)

Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso anunciou nesta quarta-feira 5 em Bruxelas um pacote de ajuda financeira à Ucrânia, que combina verbas do Orçamento da União Europeia, do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento (Berd)
Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso anunciou nesta quarta-feira 5 em Bruxelas um pacote de ajuda financeira à Ucrânia, que combina verbas do Orçamento da União Europeia, do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento (Berd) (Foto: Gisele Federicce)
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*Da Agência Brasil 

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, anunciou nesta quarta-feira 5 em Bruxelas um pacote de ajuda financeira à Ucrânia, de 11 bilhões de euros. O pacote, segundo Durão Barroso, combina verbas do Orçamento da União Europeia, do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento (Berd).

Do orçamento da União Europeia vão sair 3 bilhões de euros nos próximos anos, 1,6 bilhão de ajuda financeira (empréstimos) e 1,56 bilhão de ajuda ao desenvolvimento (subvenções). Durão Barroso destacou que a ajuda macroeconômica poderá ser enviada já nas próximas semanas. Por outro lado, o BEI vai financiar a Ucrânia com uma verba que pode chegar a 3 bilhões de euros, e o Berd, com 5 bilhões.

O pacote, de curto e médio prazo, será discutido amanhã (6) pelos chefes de Estado e de Governo da União Europeia, que se reúnem em um Conselho Europeu extraordinário, convocado para debater a Ucrânia.

Em entrevista, Durão Barroso salientou que "cabe ao povo ucraniano decidir o seu futuro" e apelou à resolução, por meio do diálogo, da situação na Crimeia. Ele disse acreditar que "ninguém se oporá ao envio de observadores internacionais" para a república autônoma.

A tensão entre a Ucrânia e a Rússia agravou-se na última semana, após a queda do ex-presidente Viktor Ianukóvitch, por causa da Crimeia, península do Sul do país onde se fala russo e está localizada na fronteira da Rússia com o Mar Negro.

A crise na Ucrânia começou em novembro, com protestos contra a decisão de Ianukóvitch de recusar a assinatura de um acordo de associação com a União Europeia e promover uma aproximação com a Rússia.

*Com informações da Agência Lusa

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