Vacinação começa nos EUA enquanto o Brasil espera, sem data até agora

Vacinação nos EUA acontece pouco após Rússia e o Reino Unido iniciarem a imunização de suas populações. No Brasil, o governo não tem previsão início da vacinação

Sandra Lindsay, enfermeira que foi a primeira pessoa a ser vacinada contra Covid-19 nos EUA e Caixas com vacinas contra Covid-19 da Pfizer na UPS Worldport, em Louisville, Kentucky
Sandra Lindsay, enfermeira que foi a primeira pessoa a ser vacinada contra Covid-19 nos EUA e Caixas com vacinas contra Covid-19 da Pfizer na UPS Worldport, em Louisville, Kentucky (Foto: Reuters)
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247 com agências - A enfermeira norte-americana Sandra Lindsay, que trabalha na unidade de terapia intensiva de um hospital de Nova York, foi a primeira pessoa nos Estados Unidos a receber a vacina contra Covid-19  produzida pela Pfizer/BioNTech. Vacinação nos EUA, que começou nesta segunda-feira (14), acontece após A Rússia e o Reino Unido iniciarem a imunização de suas populações. No Brasil, o governo não tem previsão de quando uma campanha contra a doença será deflagrada. 

As primeiras 2,9 milhões de doses da vacina começaram a ser enviadas para centros de distribuição em diversos locais dos EUA no domingo, 11 meses após o país registrar os primeiros casos da doença. O imunizante  conseguiu ser aprovado emergencialmente pelos órgãos reguladores norte-americanos na última sexta-feira (11), após obter 95% de eficácia em testes clínicas. 

“Não senti nada diferente do que senti quando tomei qualquer outra vacina”, disse Lindsay. “Me sinto esperançosa hoje, aliviada. Sinto que a cura está chegando. Espero que isso marque o início do fim de uma época muito dolorosa da nossa história. Quero instilar a confiança pública de que a vacina é segura”, disse Lindsay após receber a vacina. 

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O presidente Donald Trump comentou usou as redes sociais para comentar o caso. em rede social. “Aplicada a primeira vacina. Parabéns, Estados Unidos da América! Parabéns, MUNDO!”, escreveu Trump no Twitter. 

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, os Estados Unidos registram 16,258 milhões de infectados e devem ultrapassar a marca de 300 mil mortes pela doença nesta segunda-feira. 

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