Ainda solto, Jefferson pede asilo a Snowden

"Esquecido" pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que alegou "falta de tempo" para não proferir todas as decisões da Ação Penal 470, o delator do chamado mensalão, Roberto Jefferson, continua tripudiando; ontem à noite, decidiu pontificar sobre temas de política externa e pediu à presidente Dilma Rousseff que conceda asilo a Edward Snowden, que delatou a espionagem americana

"Esquecido" pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que alegou "falta de tempo" para não proferir todas as decisões da Ação Penal 470, o delator do chamado mensalão, Roberto Jefferson, continua tripudiando; ontem à noite, decidiu pontificar sobre temas de política externa e pediu à presidente Dilma Rousseff que conceda asilo a Edward Snowden, que delatou a espionagem americana
"Esquecido" pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que alegou "falta de tempo" para não proferir todas as decisões da Ação Penal 470, o delator do chamado mensalão, Roberto Jefferson, continua tripudiando; ontem à noite, decidiu pontificar sobre temas de política externa e pediu à presidente Dilma Rousseff que conceda asilo a Edward Snowden, que delatou a espionagem americana (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O delator do chamado "mensalão", Roberto Jefferson, quer que a presidente Dilma Rousseff conceda asilo diplomático ao agente Edward Snowden, que delatou a espionagem conduzida pela NSA, a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos.

Ainda solto, ainda que tenha sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal, em razão da "falta de tempo" alegada pelo presidente da corte Joaquim Barbosa, Jefferson decidiu pontificar sobre temas de política externa. Abaixo, seu post chamado "Delírios tropicais":

Delírios tropicais 
Questionada se concederia asilo a Edward Snowden, Dilma se negou a comentar, "porque não houve pedido". Ontem, porém, no "Fantástico", ele explicitou: deseja viver aqui, sim, mas não pretende transformar o asilo em barganha política. Ele quer uma "decisão humanitária" do governo brasileiro, sem a contrapartida do repasse de informações. Consciente de que sua sobrevivência depende do seu silêncio, Snowden provavelmente raciocinou: melhor ser um arquivo vivo no calor das praias brasileiras do que morrer congelado no frio russo. Concede asilo, Dilma! 

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