Ala do Supremo vê falhas e critica intervenção

A intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro dividiu os ministros do Supremo Tribunal Federal; nos bastidores, um grupo vê a iniciativa como necessária e outro a enxerga como eminentemente política; segundo a coluna Painel, a ala do STF refratária à ação ressalta que ela é extremada, inédita e que já coleciona falhas formais, como a falta de consulta ao Conselho da República

A intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro dividiu os ministros do Supremo Tribunal Federal; nos bastidores, um grupo vê a iniciativa como necessária e outro a enxerga como eminentemente política; segundo a coluna Painel, a ala do STF refratária à ação ressalta que ela é extremada, inédita e que já coleciona falhas formais, como a falta de consulta ao Conselho da República
A intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro dividiu os ministros do Supremo Tribunal Federal; nos bastidores, um grupo vê a iniciativa como necessária e outro a enxerga como eminentemente política; segundo a coluna Painel, a ala do STF refratária à ação ressalta que ela é extremada, inédita e que já coleciona falhas formais, como a falta de consulta ao Conselho da República (Foto: Aquiles Lins)

247 - O decreto de intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro, assinado nessa sexta-feira, 16, por Michel Temer, dividiu os ministros do Supremo Tribunal Federal. 

Nos bastidores, um grupo vê a iniciativa como necessária e outro a enxerga como eminentemente política. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a ala do STF refratária à ação ressalta que ela é extremada, inédita e que já coleciona falhas formais, como a falta de consulta ao Conselho da República.

"A ministra Cármen Lúcia, presidente da corte, recebeu um telefonema protocolar de Temer, no qual ele informava o que faria e já adiantava que iria ao Rio para reunião com a cúpula do Tribunal de Justiça e do MP", diz a coluna. 

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