Alckmin: 'acho pouco provável que denúncia contra Temer prospere'

Governador de São Paulo, geral Alckmin (PSDB) disse não acreditar que a segunda denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República contra Michel Temer seja levada adiante pela Câmara dos Deputados;  "[Michel Temer] Não pediu [ajuda para barrar a denúncia] e eu reiterei a mesma postura que tive na primeira votação terei agora. Não vou interferir. Esse é um assunto dos deputados, cada um analisar o processo, verificar. Eu acho pouco provável que prospere porque já na primeira denúncia não prosperou", disse após uma reunião com o peemedebista

São Paulo - O governador de SP, Geraldo Alckmin anuncia a convocação de mais de 20 mil professores para o próximo ano letivo, no Palácio dos Bandeirantes (Rovena Rosa/Agência Brasil)
São Paulo - O governador de SP, Geraldo Alckmin anuncia a convocação de mais de 20 mil professores para o próximo ano letivo, no Palácio dos Bandeirantes (Rovena Rosa/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

247 - O governador de São Paulo, geral Alckmin (PSDB) disse não acreditar que a segunda denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República contra Michel Temer seja levada adiante pela Câmara dos Deputados. "[Michel Temer] Não pediu [ajuda para barrar a denúncia] e eu reiterei a mesma postura que tive na primeira votação terei agora. Não vou interferir. Esse é um assunto dos deputados, cada um analisar o processo, verificar. Eu acho pouco provável que prospere porque já na primeira denúncia não prosperou", disse após uma reunião com o peemedebista no Palácio do Planalto.

Apesar da declaração do tucano, Temer procurou Alkmin anteriormente para pedir apoio do PSDB para barrar a primeira denúncia contra ele. A peça foi arquivada pela Câmara. Alkmin também se posicionou de forma contrária ao processo de tramitação de denúncias envolvendo presidentes da República, o que incluiu o afastamento por um período de seis meses. "Depois de seis meses se você chegar à conclusão que é inepta, como é que você repara o prejuízo causado à pessoa e ao país? Então o modelo institucional nosso precisa ser revisto. Isso é coisa do Império", destacou.

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