Barbosa abandona mercado e diz ser contra posições ultraliberais

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e pré-candidato à presidência da república pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Joaquim Barbosa, disse ser "contra posições ultraliberais num país social e estruturalmente tão frágil quanto o Brasil"; Barbosa diz que o Brasil tem "desigualdades profundas e historicamente enraizadas"; esse discurso se choca, a princípio, com as pretensões do mercado em ter Barbosa como seu candidato; admirador ao mesmo tempo do liberal cientista político Francis Fukuyama e do economista francês Thomas Piketti, Barbosa tenta formular um perfil ideológico para que suas pretensões presidenciais não caiam na deriva judicialista

Ex-presidente do STF Joaquim Barbosa 08/06/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Ex-presidente do STF Joaquim Barbosa 08/06/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Gustavo Conde)

247 - O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e pré-candidato à presidência da república pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Joaquim Barbosa, disse ser "contra posições ultraliberais num país social e estruturalmente tão frágil quanto o Brasil". Barbosa diz que o Brasil tem "desigualdades profundas e historicamente enraizadas". Esse discurso se choca, a princípio, com as pretensões do mercado em ter Barbosa como seu candidato. Admirador ao mesmo tempo do liberal cientista político Francis Fukuyama e do economista francês Thomas Piketti, Barbosa tenta formular um perfil ideológico para que suas pretensões presidenciais não caiam na deriva judicialista.

"A decisão sobre uma candidatura presidencial ainda é um dilema pessoal para o ex-ministro. Após deixar o Supremo, ele passou a atuar como advogado focado na elaboração de pareceres jurídicos. A experiência na mais alta Corte do País e o notável currículo acadêmico lhe garantem alto rendimento financeiro. A opção pela política teria impacto na vida de familiares".

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