Berzoini: Dilma não pode se subordinar aos interesses do PT

Novo ministro de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini admite que o relacionamento do governo com o mundo político deve melhorar para sanar as divergências com a base aliada, mas manda um recado até para seu partido: “As decisões da presidente, pré-candidata à reeleição, não podem se subordinar exclusivamente aos interesses do PT ou de qualquer outro partido”  

Novo ministro de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini admite que o relacionamento do governo com o mundo político deve melhorar para sanar as divergências com a base aliada, mas manda um recado até para seu partido: “As decisões da presidente, pré-candidata à reeleição, não podem se subordinar exclusivamente aos interesses do PT ou de qualquer outro partido”
 
Novo ministro de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini admite que o relacionamento do governo com o mundo político deve melhorar para sanar as divergências com a base aliada, mas manda um recado até para seu partido: “As decisões da presidente, pré-candidata à reeleição, não podem se subordinar exclusivamente aos interesses do PT ou de qualquer outro partido”   (Foto: Roberta Namour)

247 – Novo ministro da Relações Institucionais, Ricardo Berzoini admite que o relacionamento do governo com o mundo político deve melhorar para sanar as divergências com a base aliada.

“Existe uma demanda no mundo político por maior proximidade com o mandatário, com o plano Executivo”, disse o ministro no Opinião, da TViG. Segundo ele, parte dessa aproximação será naturalmente pavimentada pela eleição, mas manda um recado até para seu partido:

“As decisões da presidente, pré-candidata à reeleição, não podem se subordinar exclusivamente aos interesses do PT ou de qualquer outro partido”.

Berzoini ainda destacou as diferenças entre a presidente Dilma e seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva: “Dilma tem um estilo que é de acompanhar muito mais no detalhe o conjunto dos programas em andamento do que o presidente Lula, que tinha muito mais uma cultura de articular e delegar. Na relação com o empresariado, muitas vezes, realizava reuniões que permitiam um sentimento de maior participação. Acho que é bom para o governo essa referência. Acho que a presidente Dilma está disposta a fazer mais desse tipo de encontro, a ampliar esse sentimento de diálogo.”

Quanto ao PMDB, acredita que a aproximação de Dilma com a política tende a melhorar a relação com o Congresso. Porém, reconhece que o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), surpreendeu por sua “capacidade de organização”. “De certa forma, ele dialogou com uma parte da base e captou um sentimento de insatisfação”, disse.

Leia aqui a entrevista na íntegra.

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