Congresso decide a sorte de Temer: 263 na corrupção X 227 pela democracia

Num dos dias mais indignos da história do Brasil, em que Michel Temer exonerou dez ministros por um dia e mandou um deles, Antonio Imbassahy, comprar votos de deputados no plenário, o Congresso arquivou a acusação por corrupção passiva apresentada por Rodrigo Janot por 263 votos contra e 227 votos pela abertura de investigação (com 2 abstenções e 19 ausentes), em razão das propinas da JBS; base aliada de Temer estima ter 270 votos, mais do que os 172 necessários; operação para salvar Temer, aprovado por apenas 4% dos brasileiros, custou R$ 17 bilhões, segundo a agência alemã Deutsche Welle; votação desta tarde pode sacramentar a vitória da corrupção no Brasil

Num dos dias mais indignos da história do Brasil, em que Michel Temer exonerou dez ministros por um dia e mandou um deles, Antonio Imbassahy, comprar votos de deputados no plenário, o Congresso arquivou a acusação por corrupção passiva apresentada por Rodrigo Janot por 263 votos contra e 227 votos pela abertura de investigação (com 2 abstenções e 19 ausentes), em razão das propinas da JBS; base aliada de Temer estima ter 270 votos, mais do que os 172 necessários; operação para salvar Temer, aprovado por apenas 4% dos brasileiros, custou R$ 17 bilhões, segundo a agência alemã Deutsche Welle; votação desta tarde pode sacramentar a vitória da corrupção no Brasil
Num dos dias mais indignos da história do Brasil, em que Michel Temer exonerou dez ministros por um dia e mandou um deles, Antonio Imbassahy, comprar votos de deputados no plenário, o Congresso arquivou a acusação por corrupção passiva apresentada por Rodrigo Janot por 263 votos contra e 227 votos pela abertura de investigação (com 2 abstenções e 19 ausentes), em razão das propinas da JBS; base aliada de Temer estima ter 270 votos, mais do que os 172 necessários; operação para salvar Temer, aprovado por apenas 4% dos brasileiros, custou R$ 17 bilhões, segundo a agência alemã Deutsche Welle; votação desta tarde pode sacramentar a vitória da corrupção no Brasil (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Num dos dias mais indignos da história do Brasil, em que Michel Temer exonerou dez ministros por um dia e mandou um deles, Antonio Imbassahy, comprar votos de deputados no plenário, o Congresso deve arquivar a acusação por corrupção passiva apresentada por Rodrigo Janot, em razão das propinas da JBS.

Base aliada de Temer estima ter 270 votos, mais do que os 172 necessários. Operação para salvar Temer, aprovado por apenas 4% dos brasileiros, custou R$ 17 bilhões, segundo a agência alemã Deutsche Welle (leia mais). Votação desta tarde pode sacramentar a vitória da corrupção no Brasil. 

 Assista ao vivo: 

Leia reportagem da Agência Brasil sobre o assunto: 

Aliados confiam em vitória por mais de 270 votos

Mesmo antes de iniciada a votação do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, contrário à admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer, aliados do governo estão confiantes na vitória, com placar de mais de 270 votos favoráveis ao parecer. Para rejeitar o parecer da CCJ, a oposição precisa dos votos de pelo menos 342 deputados.

O líder do PMDB, Baleia Rossi (SP), disse que deverão votar a favor do parecer da CCJ no mínimo 270 deputados. Para garantir a vitória e impedir que se inicie a investigação, são necessários os votos favoráveis ao parecer de 172 deputados. Para que seja autorizada a investigação, são necessários 342 votos. Mesmo o PMDB tendo fechado questão a favor do parecer, Rossi informou, no entanto, que seis deputados da legenda deverão votar pela admissibilidade da denúncia.

A oposição, que até ontem (1º) vinha alimentando esperança de vitória, já admite que perderá a disputa, por não ter conseguido os votos necessários para rejeição do parecer. O vice-líder da minoria, Silvio Costa (PTdoB-PE), disse que, mesmo que todos os deputados considerados indecisos, votem com a oposição, o placar pela rejeição do parecer não deverá chegar a 220 votos.

A votação do parecer apresentado na CCJ pelo deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) e aprovado por 41 votos contra 24, deve começar daqui a pouco.

A votação será nominal começando pelos deputados de Roraima. Em seguida votarão os deputados do Rio Grande do Sul; depois, os de Santa Catarina. Em seguida, a votação volta para os deputados de dois estados do Norte.

 

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