Cunha enquadra PSDB: sem razão para impeachment

Presidente da Câmara disse nesta terça-feira não ver fundamento para abertura de um processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff; segundo ele, a questão não é política, mas jurídica; "Para protocolar algo [há] que ter fundamento jurídico. O impeachment não é um processo politico", afirmou; deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) defendeu ontem que o PSDB formalize o pedido e levará a proposta hoje a reunião da cúpula tucana; ele diz ter expectativa de que a bancada será ouvida pelo presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG); partido também pediu ao ex-ministro de FHC Miguel Reale Júnior que elabore uma ação penal contra a presidente, a fim de embasar o pedido de impeachment

Presidente da Câmara disse nesta terça-feira não ver fundamento para abertura de um processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff; segundo ele, a questão não é política, mas jurídica; "Para protocolar algo [há] que ter fundamento jurídico. O impeachment não é um processo politico", afirmou; deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) defendeu ontem que o PSDB formalize o pedido e levará a proposta hoje a reunião da cúpula tucana; ele diz ter expectativa de que a bancada será ouvida pelo presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG); partido também pediu ao ex-ministro de FHC Miguel Reale Júnior que elabore uma ação penal contra a presidente, a fim de embasar o pedido de impeachment
Presidente da Câmara disse nesta terça-feira não ver fundamento para abertura de um processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff; segundo ele, a questão não é política, mas jurídica; "Para protocolar algo [há] que ter fundamento jurídico. O impeachment não é um processo politico", afirmou; deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) defendeu ontem que o PSDB formalize o pedido e levará a proposta hoje a reunião da cúpula tucana; ele diz ter expectativa de que a bancada será ouvida pelo presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG); partido também pediu ao ex-ministro de FHC Miguel Reale Júnior que elabore uma ação penal contra a presidente, a fim de embasar o pedido de impeachment (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta terça-feira 14 que não vê fundamento para abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, a questão não é política, mas jurídica. "Para protocolar algo, [há] que ter fundamento jurídico. O impeachment não é um processo político", afirmou.

A posição enquadra o PSDB, que ontem sinalizou que pretende formalizar um pedido de impeachment contra Dilma. O líder da oposição na Câmara, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), defendeu que o partido acelere nesse sentido e anunciou que levará a proposta à reunião da cúpula tucana que acontecerá hoje em Brasília.

"Chegamos ao limite de uma insatisfação clara e expressiva que deve ser construída, de forma legítima e dentro das regras constitucionais, em forma de um pedido de impeachment da presidente Dilma", afirmou. O tucano disse ter expectativas de que o presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG), ouvirá a bancada, que em um "conjunto muito expressivo" acredita que "o partido tem de avançar" nesse sentido.

O partido pediu para que Miguel Reale Júnior, ministro da Justiça no governo FHC, elabore uma ação penal contra a presidente, em busca de viabilizar juridicamente o pedido de impeachment. Segundo a colunista Vera Magalhães, o PSDB quer embasar a ação em pareceres de auditores e do Ministério Público junto ao TCU que apontam que o governo descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal ao adiar repasses a bancos públicos para melhorar as contas em 2014.

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