Cunha indica aliado a cargo chave para a Lava Jato

O subchefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, ex-advogado de Eduardo Cunha, quer indicar um aliado para para comandar a Divisão de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica do Ministério da Justiça, "por onde passam todas as informações da colaboração internacional da Lava-Jato"; informação é do colunista Lauro Jardim; para o jornalista Fernando Brito, Gustavo é quem "vai sentar na cadeira", segundo Renan Calheiros; "Vão se tornando de evidente veracidade as palavras de Renan de que Cunha vai aumentando seus espaços no Governo", afirma

O subchefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, ex-advogado de Eduardo Cunha, quer indicar um aliado para para comandar a Divisão de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica do Ministério da Justiça, "por onde passam todas as informações da colaboração internacional da Lava-Jato"; informação é do colunista Lauro Jardim; para o jornalista Fernando Brito, Gustavo é quem "vai sentar na cadeira", segundo Renan Calheiros; "Vão se tornando de evidente veracidade as palavras de Renan de que Cunha vai aumentando seus espaços no Governo", afirma
O subchefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, ex-advogado de Eduardo Cunha, quer indicar um aliado para para comandar a Divisão de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica do Ministério da Justiça, "por onde passam todas as informações da colaboração internacional da Lava-Jato"; informação é do colunista Lauro Jardim; para o jornalista Fernando Brito, Gustavo é quem "vai sentar na cadeira", segundo Renan Calheiros; "Vão se tornando de evidente veracidade as palavras de Renan de que Cunha vai aumentando seus espaços no Governo", afirma (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Na coluna de Lauro Jardim, agora cedo, há  a informação de que o poderoso (tanto quanto misterioso)  Gustavo do Vale Rocha, ex-advogado de Eduardo Cunha e atual representante de Marcela Temer no caso da censura à Folha e a O Globo, estaria prestes a emplacar um aliado na Divisão de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica do Ministério da Justiça, “por onde passam todas as informações da colaboração internacional da Lava-Jato”.

Coerente, já que Osmar Serraglio, o ministro, é outro adepto de Eduardo Cunha.

Gustavo é quem “vai sentar na cadeira”, segundo Renan Calheiros, se Temer não chamar logo de volta, apesar do “ai, como dói” , Eliseu Padilha, com ou sem pacote da Odebrecht.

Padilha, na melhor das hipóteses para Temer, é, segundo o amigão do presidente, o que recebia encomendas de Lúcio Funaro, “homem-mala” de Cunha.

Vão se tornando de evidente veracidade as palavras de Renan de que Cunha vai aumentando seus espaços no Governo.

O espírito do cunhismo caminha pelo Planalto.

Conseguirá reencarnar o cadáver, que jaz em Curitiba?

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