Depoimentos não ligam Petrobras ao caso do Instituto Lula

Embora procuradores acreditem que a aquisição do imóvel para o Instituto Lula tenha origem em um “caixa geral de propinas” da Odebrecht que, por sua vez, estaria ligada a ilegalidades da Petrobrás, nenhum depoimento relativo a este processo confirmou a tese; o Supremo Tribunal Federal decidiu que depoimentos de delatores da Odebrecht sobre a compra do terreno não têm relação com a Petrobrás e que, portanto, devem ser remanejados para São Paulo

Embora procuradores acreditem que a aquisição do imóvel para o Instituto Lula tenha origem em um “caixa geral de propinas” da Odebrecht que, por sua vez, estaria ligada a ilegalidades da Petrobrás, nenhum depoimento relativo a este processo confirmou a tese; o Supremo Tribunal Federal decidiu que depoimentos de delatores da Odebrecht sobre a compra do terreno não têm relação com a Petrobrás e que, portanto, devem ser remanejados para São Paulo
Embora procuradores acreditem que a aquisição do imóvel para o Instituto Lula tenha origem em um “caixa geral de propinas” da Odebrecht que, por sua vez, estaria ligada a ilegalidades da Petrobrás, nenhum depoimento relativo a este processo confirmou a tese; o Supremo Tribunal Federal decidiu que depoimentos de delatores da Odebrecht sobre a compra do terreno não têm relação com a Petrobrás e que, portanto, devem ser remanejados para São Paulo (Foto: Gustavo Conde)

247 – Embora procuradores acreditem que a aquisição do imóvel para o Instituto Lula tenha origem em um “caixa geral de propinas” da Odebrecht que, por sua vez, estaria ligada a ilegalidades da Petrobrás, nenhum depoimento relativo a este processo confirmou a tese. O Supremo Tribunal Federal decidiu que depoimentos de delatores da Odebrecht sobre a compra do terreno não têm relação com a Petrobrás e que, portanto, devem ser remanejados para São Paulo.

Cristiano Zanin, advogado do ex-presidente Lula, preso em Curitiba desde o último dia 7, já entrou com o pedido de transferência imediata de estado da ação penal. O Juiz Sergio Moro, no entanto, assumiu uma posição de afronta ao STF e declarou que vai manter o processo na vara do Paraná.

“O processo do Instituto Lula é um dos mais adiantados entre os ainda não sentenciados por Sergio Moro. A fase de audiência com réus foi concluída em 2017, mas pedidos de perícias e acréscimos de informações acabaram impedindo o caso de entrar em sua etapa de alegações finais.”

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