Edinho sobre Fachin: governo confia no bom senso do Senado

"Estamos falando de um jurista respeitado e reconhecido. A presidente Dilma fez a indicação. Agora, cabe ao Senado fazer a sabatina e fazer a apreciação do nome do ministro. O governo tem confiança no bom senso do Senado e tem confiança no currículo de um jurista que é certamente um dos maiores juristas do nosso país", disse o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom)

"Estamos falando de um jurista respeitado e reconhecido. A presidente Dilma fez a indicação. Agora, cabe ao Senado fazer a sabatina e fazer a apreciação do nome do ministro. O governo tem confiança no bom senso do Senado e tem confiança no currículo de um jurista que é certamente um dos maiores juristas do nosso país", disse o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom)
"Estamos falando de um jurista respeitado e reconhecido. A presidente Dilma fez a indicação. Agora, cabe ao Senado fazer a sabatina e fazer a apreciação do nome do ministro. O governo tem confiança no bom senso do Senado e tem confiança no currículo de um jurista que é certamente um dos maiores juristas do nosso país", disse o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Edinho Silva, disse o governo confia "no bom senso do Senado" para que o nome do jurista Luiz Edson Fachin seja aprovado para assumir uma vaga como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Fachin será sabatinado nesta terça-feira (11) pelos senadores.

"Estamos falando de um jurista respeitado e reconhecido. A presidente Dilma fez a indicação. Agora, cabe ao Senado fazer a sabatina e fazer a apreciação do nome do ministro. O governo tem confiança no bom senso do Senado e tem confiança no currículo de um jurista que é certamente um dos maiores juristas do nosso país", ressaltou Edinho.

Edinho, que nesta segunda-feira (11) participou de uma reunião de coordenação com a presidente Dilma Rousseff, evitou sinalizar o posicionamento da presidente sobre a regulamentação da PEC das Domésticas. A expectativa é que ela acabe por vetar a criação de um fundo que seria transferido para o pagamento de multa aos trabalhadores domésticos demitidos sem justa causa.

O ministro disse, ainda, que a presidente Dilma é grata ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pela maneira como ele teria conduzido a votação da primeira medida do ajuste fiscal, a MP 665, que endurece as regras para a concessão do seguro-desemprego, na semana passada.

Foi feito um balanço muito positivo do início das votações na Câmara. Todos esperam a continuidade das votações nesta semana. A avaliação foi extremamente positiva", disse.

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