Fachin dá mais 72 horas para Temer responder perguntas da PF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu prorrogar o prazo para que as 82 perguntas feitas pela Polícia Federal sejam respondidas pelo presidente Michel Temer; com a decisão, o presidente terá até as 17h de sexta-feira (9) para respondê-las. A decisão foi motivada por um pedido dos advogados do presidente; nessa segunda-feira, 5, a PF enviou à defesa de Temer os questionamentos por escrito, que fazem parte do depoimento no inquérito sobre citações ao presidente na delação da JBS; no entanto, os advogados alegaram que precisam de mais tempo para analisar e responder aos questionamentos; prazo terminaria hoje às 16h

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu prorrogar o prazo para que as 82 perguntas feitas pela Polícia Federal sejam respondidas pelo presidente Michel Temer; com a decisão, o presidente terá até as 17h de sexta-feira (9) para respondê-las. A decisão foi motivada por um pedido dos advogados do presidente; nessa segunda-feira, 5, a PF enviou à defesa de Temer os questionamentos por escrito, que fazem parte do depoimento no inquérito sobre citações ao presidente na delação da JBS; no entanto, os advogados alegaram que precisam de mais tempo para analisar e responder aos questionamentos; prazo terminaria hoje às 16h
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu prorrogar o prazo para que as 82 perguntas feitas pela Polícia Federal sejam respondidas pelo presidente Michel Temer; com a decisão, o presidente terá até as 17h de sexta-feira (9) para respondê-las. A decisão foi motivada por um pedido dos advogados do presidente; nessa segunda-feira, 5, a PF enviou à defesa de Temer os questionamentos por escrito, que fazem parte do depoimento no inquérito sobre citações ao presidente na delação da JBS; no entanto, os advogados alegaram que precisam de mais tempo para analisar e responder aos questionamentos; prazo terminaria hoje às 16h (Foto: Aquiles Lins)

Agência Brasil - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu hoje (6) prorrogar o prazo para que as 82 perguntas feitas pela Polícia Federal sejam respondidas pelo presidente Michel Temer. Com a decisão, o presidente terá até as 17h de sexta-feira (9) para respondê-las. A decisão foi motivada por um pedido dos advogados do presidente.

Ontem (5), a PF enviou à defesa de Temer os questionamentos por escrito, que fazem parte do depoimento no inquérito sobre citações ao presidente na delação da JBS. No entanto, os advogados alegaram que precisam de mais tempo para analisar e responder aos questionamentos. O prazo terminaria hoje às 16h.

Na petição, os advogados informam que Temer estaria habilitado para responder às perguntas no fim desta semana, na sexta-feira (9) ou no sábado (10).

"Em face da complexidade e da surpreendente quantidade dos quesitos formulados (82), entende-se ser absolutamente impossível e contrário ao princípio da razoabilidade exigir-se uma manifestação do Sr. Presidente da República no exíguo prazo de 24 horas, lembrando-se que, para a sua elaboração, não foi consignado nenhum prazo", argumenta a defesa.

Na semana passada, o ministro Edson Fachin, relator do inquérito, concedeu prazo de 24 horas, após o recebimento, para que Temer respondesse às perguntas da PF sobre o áudio em que foi gravado em conversa com o empresário Joesley Batista, delator e dono da JBS. Segundo o ministro, o presidente tem o direito constitucional de não produzir provas contra si e pode deixar de responder parte das perguntas se a defesa julgar necessário.

Leia artigo do jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, sobre o assunto:

Fachin estende para sexta prazo para Temer responder a PF

Sexta-feira, 17 horas. Este foi o prazo que o Ministro Luís Edson Fachin concedeu a Michel temer para responder às 82 perguntas entregues ontem pela Polícia Federal e que deveriam ter recebido retorno até hoje.

Serão mais três dias de especulações e mais lama sobre o atual presidente, mas ele se habilita a montar histórias que possam fazer algum sentido.

É difícil, porém, porque as perguntas abriram varias searas para buscar as ligações de Michel Temer.

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É óbvio que a Procuradoria Geral da República participou da elaboração dos quesitos apresentados pela Polícia Federal e que há armadilhas montadas para Temer cair ao responder.

Independentemente disso, só as perguntas são baldes de lama, quesó de serem feitas e não seres respondidas com repúdio já enxovalham que nunca poderia estar usando a faixa presidencial do Brasil.

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