Feliciano se explica: 'Satanás' significa 'adversário'

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado e pastor Marco Feliciano foi ao Twitter explicar o que quis dizer quando afirmou que antes de sua chegada a comissão era ocupada por 'Satanás'; comentando os protestos de que foi alvo durante culto em Minas Gerais, ele escreveu: "2 mil pessoas tiveram seu direito de liberdade de culto violado. Mas o que interessa é que falei sobre Satanás que significa adversário"

Feliciano se explica: 'Satanás' significa 'adversário'
Feliciano se explica: 'Satanás' significa 'adversário' (Foto: Alan Marques/0621 FOLHAPRESS)
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247 - Grande foco de polêmicas pelo País nas últimas semanas, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi ao Twitter nesta segunda-feira esclarecer o que quis dizer quando afirmou que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara estava ocupada por 'Satanás' antes de ele assumir seu comando. Segundo Feliciano, ele se referia aos adversários ao usar o termo 'Satanás' durante um culto em Minas Gerais, no sábado.

O deputado relatou que que manifestações de grupos insatisfeitos com sua presença na Comissão de Direitos Humanos atrapalharam o culto em questão. Segundo ele, os ativistas falavam palavrões e batiam tambor na porta do ginásio onde ocorria o evento. "2 mil pessoas tiveram seu direito de liberdade de culto violado. Mas o que interessa é que falei sobre Satanás que significa adversário", tuitou Feliciano.

"Ver mães tapando os olhos e ouvidos de suas crianças para não verem os ativistas fazendo gestos obscenos e palavras de baixo calão, machuca. Mas isso não interessa, não é mesmo? Não vende, não cria curiosidade, afinal o que se quer é a anarquia, a bandalheira", criticou o deputado.

Por meio do microblog, Feliciano informou ainda que conversou com o líder do seu partido, deputado André Moura (SE), e com a vice-presidente da comissão, Antonia Lucia (PSC-AC), para explicar a situação -- a deputada chegou a dizer que deixaria o cargo após a declaração do colega. Ainda segundo o deputado, ele mesmo pediu para a polícia não agir contra os protestos em Minas. "Pedi Pra não fazerem nada contra os ativistas pq era isso q eles queriam, escândalo", escreveu.

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