FHC diz que Temer fracassou em levantar o ânimo do País

Em entrevista à BBC Brasil, o ex-presidente tucano voltou a fazer críticas ao governo Temer, que para ele, fracassou em "levantar o ânimo do país", ainda que tenha havido "acertos na área econômica"; para Fernando Henrique Cardoso, o PSDB tem uma vantagem sobre o PT nas eleições em 2018, por segundo ele ter "peça de substituição", enquanto "o PT só tem o Lula com expressão nacional"

Em entrevista à BBC Brasil, o ex-presidente tucano voltou a fazer críticas ao governo Temer, que para ele, fracassou em "levantar o ânimo do país", ainda que tenha havido "acertos na área econômica"; para Fernando Henrique Cardoso, o PSDB tem uma vantagem sobre o PT nas eleições em 2018, por segundo ele ter "peça de substituição", enquanto "o PT só tem o Lula com expressão nacional"
Em entrevista à BBC Brasil, o ex-presidente tucano voltou a fazer críticas ao governo Temer, que para ele, fracassou em "levantar o ânimo do país", ainda que tenha havido "acertos na área econômica"; para Fernando Henrique Cardoso, o PSDB tem uma vantagem sobre o PT nas eleições em 2018, por segundo ele ter "peça de substituição", enquanto "o PT só tem o Lula com expressão nacional" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou a criticar o governo Michel Temer em entrevista à BBC Brasil publicada nesta terça-feira 9, depois de ter dito no fim de semana que o peemedebista tem mostrado "mão firme no leme".

Questionado sobre o primeiro ano do governo que tomou o poder no lugar de Dilma Rousseff, FHC avalia que Temer fracassou em "levantar o ânimo do país", ainda que tenha havido "acertos na área econômica".

Para o ex-presidente, o PSDB tem uma vantagem sobre o PT nas eleições de 2018, por segundo ele ter "peça de substituição", enquanto "o PT só tem o Lula com expressão nacional".

"Qual sempre foi o problema do PSDB que era criticado? Porque tinha muitos candidatos. Qual é o único que tinha vários, até hoje, os outros não têm. Ou têm um ou não têm nenhum. Portanto o PSDB tem peça de substituição. Além do mais, essas pessoas estão sendo todas julgadas", disse o tucano.

Ele minimizou as acusações da Lava Jato contra integrantes do partido e praticamente ignorou a inclusão do nome do governador Geraldo Alckmin (PSDB) nas planilhas da Odebrecht, onde aparece como 'Santo', além do senador Aécio Neves (MG), um dos mais delatados pela empreiteira, e entre os políticos que mais recebeu propina.

"No caso do PSDB, aquilo que é imputado a uns e outros não é do mesmo gênero, não tem o mesmo grau de malignidade, digamos assim. Indiscutivelmente, afetando um, contagia outros, não vou negar isso. Aí precisa ver as pesquisas. Mas tem que ter um momento e tem que deixar a Justiça funcionar para separar o trigo do joio", disse.

"Pega os governos do PSDB em São Paulo. Você não teve uma desorganização do Estado de São Paulo — e foram vinte anos de domínio do PSDB. Você não tem acusações em São Paulo de corrupção. Tem, mas de pessoas, não do partido, não do governador", acrescentou.

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