Grupo de Bivar quer afastamento de deputados do PSL pró-Bolsonaro

Os deputados do PSL ligados ao presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), defenderão o afastamento das funções partidárias e das vagas nas comissões da Câmara de parlamentares que assinaram o manifesto em favor de Jair Bolsonaro. Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) deve ser poupado

O presidente do PSL, deputado Luciano Bivar
O presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

247 - Os deputados do PSL ligados ao presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), defenderão, nesta terça-feira, 15, o afastamento das funções partidárias e das vagas nas comissões da Câmara de todos os parlamentares que assinaram o manifesto em favor de Jair Bolsonaro. A medida é uma reação dos "bivaristas" ao grupo político controlado pelo ocupante do Planalto, que busca uma saída jurídica para afastar Bivar do comando da sigla ou mudar de partido, levando os deputados do seu grupo sem que eles sejam punidos com a perda do mandato.

Apenas o filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (SP), deve ser poupado e permanecer à frente da Comissão de Relações Exteriores (Creden).

O clima entre Jair Bolsonaro e Bivar esquentou após o ocupante do Planalto pedir a um apoiador para "esquecer" o PSL e dizer que o presidente da legenda está "queimado".

Bivar estaria envolvido em um esquema de candidaturas laranjas. Ele teria apoiado o repasse de R$ 400 mil em verbas do fundo partidário para uma candidata "laranja" em Pernambuco. Maria de Lourdes Paixão, 68 anos, teria sido a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o País. 


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