Intercept: rachadinha de Flávio Bolsonaro financiou prédios ilegais da milícia no Rio, mostra investigação do MP

Reportagem aponta que as investigações são um dos motivos da pressão de Bolsonaro contra Sergio Moro pela substituição do comando regional e geral da PF

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.\r\rEm discurso, à tribuna, senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).\r\rFoto: Moreira Mariz/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.\r\rEm discurso, à tribuna, senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).\r\rFoto: Moreira Mariz/Agência Senado (Foto: Moreira Mariz)
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247 - O site The Intercept Brasil publicou neste sábado (25) editorial em que divulga informações sigilosas de investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro, que revelam estratégias de Flávio Bolsonaro para financiar com esquemas de rachadinhas e lucrar através da construção ilegal de prédios erguidos pelas milícias com dinheiro público. O procedimento que preocupa a família Bolsonaro foi alvo de nove pedidos de suspensão dos advogados do senador. 

“O investimento para as edificações levantadas por três construtoras foi feito com dinheiro de rachadinha, coletado no antigo gabinete de Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, como afirmam promotores e investigadores sob a condição de anonimato”, diz o editorial, que ainda aponta o procedimento como um dos motivos das pressões de Jair Bolsonaro contra Sergio Moro pela troca do comando da Polícia Federal no Rio e em Brasília, que também investiga o caso. 

“Os investigadores dizem que chegaram à conclusão com o cruzamento de informações bancárias de 86 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema ilegal, que serviu para irrigar o ramo imobiliário da milícia. Os dados mostraram que hoje o senador receberia o lucro do investimento dos prédios através de repasses feitos pelo ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega - executado em fevereiro - e pelo ex-assessor Fabrício Queiroz”,  acrescenta o veículo. 

Leia aqui a íntegra do editoral do Intercept.

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