Janot a Dodge: “já estou avisando que não farei”

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e sua sucessora, Raquel Dodge, expuseram divergência sobre o aumento de 16,7% nos salários dos procuradores da República e sobre os cortes no orçamento do Ministério Público Federal que serão necessários para custear os pagamentos; durante reunião do Conselho Superior do Ministério Público, Janot se recusou a indicar onde serão feitos os cortes no orçamento do MPF, em torno de R$ 116 milhões, para bancar o reajuste aos procuradores; "Não vou fazer indicação de corte que suporte os 16%. Já estou avisando que não farei", reagiu Janot

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e sua sucessora, Raquel Dodge, expuseram divergência sobre o aumento de 16,7% nos salários dos procuradores da República e sobre os cortes no orçamento do Ministério Público Federal que serão necessários para custear os pagamentos; durante reunião do Conselho Superior do Ministério Público, Janot se recusou a indicar onde serão feitos os cortes no orçamento do MPF, em torno de R$ 116 milhões, para bancar o reajuste aos procuradores; "Não vou fazer indicação de corte que suporte os 16%. Já estou avisando que não farei", reagiu Janot
Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e sua sucessora, Raquel Dodge, expuseram divergência sobre o aumento de 16,7% nos salários dos procuradores da República e sobre os cortes no orçamento do Ministério Público Federal que serão necessários para custear os pagamentos; durante reunião do Conselho Superior do Ministério Público, Janot se recusou a indicar onde serão feitos os cortes no orçamento do MPF, em torno de R$ 116 milhões, para bancar o reajuste aos procuradores; "Não vou fazer indicação de corte que suporte os 16%. Já estou avisando que não farei", reagiu Janot (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e sua sucessora, Raquel Dodge, expuseram divergência sobre o aumento de 16,7% nos salários dos procuradores da República e sobre os cortes no orçamento do Ministério Público Federal que serão necessários para custear os pagamentos.

Durante reunião do Conselho Superior do Ministério Público, Janot se recusou a indicar onde serão feitos os cortes no orçamento do MPF, em torno de R$ 116 milhões, para bancar o reajuste aos procuradores. "Não vou fazer indicação de corte que suporte os 16%. Já estou avisando que não farei", reagiu Janot.

Ele apontou que, na semana passada, o Conselho decidiu criar uma comissão especial para discutir de onde poderão sair os cortes. Janot reafirmou que a tarefa caberá a Dodge e a essa comissão.

A proposta de reajuste, feita por Dodge e outros sub-procuradores, foi discutida na reunião de terça-feira da semana passada do conselho. Janot disse, na ocasião, que não se manifestaria sobre o reajuste, argumentando que o país passa por uma grave crise econômica e que a proposta demandaria muita negociação.

As informações são do Valor Econômico

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