Janot manda recado a Cunha: 'Não adianta esconder bens fora do Brasil'

Citando como exemplo a extradição de Henrique Pizzolato para falar que a Justiça no País funciona, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mandou uma indireta para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB); "Não adianta esconder bens fora do Brasil porque a cooperação internacional intensa permite identificar e recuperar esses valores", afirmou, sem citar Cunha; nessa quinta-feira, 22, o Supremo Tribunal Federal decidiu repatriar RS 9,6 milhões de contas atribuídas a Cunha Suíça

Citando como exemplo a extradição de Henrique Pizzolato para falar que a Justiça no País funciona, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mandou uma indireta para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB); "Não adianta esconder bens fora do Brasil porque a cooperação internacional intensa permite identificar e recuperar esses valores", afirmou, sem citar Cunha; nessa quinta-feira, 22, o Supremo Tribunal Federal decidiu repatriar RS 9,6 milhões de contas atribuídas a Cunha Suíça
Citando como exemplo a extradição de Henrique Pizzolato para falar que a Justiça no País funciona, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mandou uma indireta para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB); "Não adianta esconder bens fora do Brasil porque a cooperação internacional intensa permite identificar e recuperar esses valores", afirmou, sem citar Cunha; nessa quinta-feira, 22, o Supremo Tribunal Federal decidiu repatriar RS 9,6 milhões de contas atribuídas a Cunha Suíça (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Sem citar o nome do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mandou uma indireta para Cunha nesta sexta-feira, 23, durante entrevista coletiva à imprensa.

"Não adianta esconder bens fora do Brasil porque a cooperação internacional intensa permite identificar e recuperar esses valores", afirmou o PGR. "Fica também um recado muito claro para as pessoas que cometem ilícitos. É que se o crime hoje é um crime organizado e que muitas vezes não respeita fronteiras, as decisões judiciais valem também além das fronteiras dos respectivos países nacionais" completou.

Janot usou o exemplo da extradição do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato e ressaltou que as decisões da Justiça brasileira valem além das fronteiras do País, seja para os que fogem para evitar o cumprimento de penas, seja para aqueles que escondem dinheiro e bens de valor no exterior e que não adianta fugir das decisões da Justiça brasileira.

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