Janot pedirá extradição de Pizzolato na segunda

Procuradoria Geral da República concluiu trabalho de tradução dos documentos, que serão agora enviados ao Departamento de Estrangeiros da Secretaria Nacional de Justiça e, posteriormente, remetido ao Itamaraty; Itália, a exemplo do ocorrido com o banqueiro Salvatore Cacciola, pode se recusar a entregar o ex-diretor do Banco do Brasil, condenado na AP 470; Pizzolato tem dupla nacionalidade e foi preso na cidade de Maranello

Procuradoria Geral da República concluiu trabalho de tradução dos documentos, que serão agora enviados ao Departamento de Estrangeiros da Secretaria Nacional de Justiça e, posteriormente, remetido ao Itamaraty; Itália, a exemplo do ocorrido com o banqueiro Salvatore Cacciola, pode se recusar a entregar o ex-diretor do Banco do Brasil, condenado na AP 470; Pizzolato tem dupla nacionalidade e foi preso na cidade de Maranello
Procuradoria Geral da República concluiu trabalho de tradução dos documentos, que serão agora enviados ao Departamento de Estrangeiros da Secretaria Nacional de Justiça e, posteriormente, remetido ao Itamaraty; Itália, a exemplo do ocorrido com o banqueiro Salvatore Cacciola, pode se recusar a entregar o ex-diretor do Banco do Brasil, condenado na AP 470; Pizzolato tem dupla nacionalidade e foi preso na cidade de Maranello (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminha ao Ministério da Justiça na segunda-feira (24) o pedido de extradição de Henrique Pizzolato, atualmente preso na Itália. Condenado no Ação Penal 470, o chamado “mensalão”, o ex-diretor do Banco do Brasil fugiu para o país europeu no ano passado e foi detido na cidade de Maranello após ação conjunta das polícias brasileira e italiana.

Segundo o jornal o Estado de S. Paulo, a Procuradoria Geral da República já concluiu o trabalho de tradução dos documentos relativos ao pedido de extradição. O material será enviado à ao Departamento de Estrangeiros da Secretaria Nacional de Justiça, que posteriormente remeterá o caso ao Itamaraty, que formalizará o pedido de extradição para as autoridades italianas.

Não há garantia de que o Estado Italiano vá extraditar Pizzolato. O acordo existente entre Brasil e Itália prevê que as partes podem recusar a deportação de cidadãos de ambas as nações.

No ano 2000, a Itália rejeitou a extradição do banqueiro Salvatore Cacciola. Ele só chegou ao Brasil porque foi detido em viagem a Mônaco.

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